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Em nota ao Blog Polícia Civil diz entender a dor dos familiares da menina Beatriz e reitera que vai conseguir elucidar o assassinato

publicado em 19 de Julho / 2019 às 18:33 | Policial

Os amigos e os pais de Beatriz Angélica fizeram um protesto nesta sexta-feira (19) em frente ao 5º Batalhão da Polícia Militar (5º BPM), onde também fica a delegacia da Polícia Civil. Eles reivindicam que seja agilizada a investigação do crime. A menina de sete anos foi assassinada em dezembro de 2015, no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina.

A mãe Lúcia Mota questionou o trabalho realizado pela Polícia Civil de Pernambuco na investigação do assassinato e no processo de busca e apreensão de Allinson Henrique, que esta foragido e é suspeito de ter apagado as imagens das câmeras de monitoramento do colégio. "Pra mim ficou provado que o estado não tem nenhuma equipe de prontidão para prender Alisson, não. Pra mim, a impressão que eu tenho é que eles não estão fazendo nada”.

Na quinta-feira (18), Lúcia Mota anunciou uma greve de fome, que foi encerrada quando a justiça concedeu um mandado de busca e apreensão na casa de Allinson Henrique. A informação recebida pela mãe da menina era que o suspeito estaria escondido na residência. A Polícia Civil cumpriu o mandado, mas, após uma busca minuciosa na casa, nada foi encontrado.

Desde o crime em 2015, ninguém foi preso. O caso segue em segredo de justiça.

Através de nota enviada ao Blog Geraldo Jose, o comando da "Polícia Civil de Pernambuco entende a emoção e dor dos familiares da menina Beatriz Mota e reitera o compromisso de todas as forças de segurança do Estado para a elucidação do caso"

Confira nota na integra:

“A Polícia Civil de Pernambuco entende a emoção e dor dos familiares da menina Beatriz Mota e reitera o compromisso de todas as forças de segurança do Estado para a elucidação do caso. O inquérito hoje conta com 19 volumes e mais de 4 mil páginas com diligências sobre essa caso que desafia pela sua complexidade a PCPE, corporação que possui hoje uma das melhores taxas de resolução de homicídios do Brasil, que é 6,7 vezes maior que a média nacional.

Foi designada a delegada Polyana Neri para tratar exclusivamente do caso com equipe de policiais e estrutura necessária, além de contar com o apoio do Ministério Público e da Diretoria de Inteligência da PCPE. Ao longo do caso, avanços foram obtidos como a divulgação da imagem do suspeito. Essa imagem foi resultado do trabalho de peritos do Instituto de Criminalística (IC) para que a tornassem o mais clara possível, possibilitando a visualização das características do homem. Não é possível fornecer mais detalhes sobre a investigação porque o trabalho corre sob segredo de justiça.” 

Redação Blog

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