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Juazeiro (BA) sedia a última oficina de combate à desertificação

publicado em 07 de Agosto / 2010 às 22:00 | Política

Juazeiro sediará a quarta e última oficina de combate à desertificação, entre os dias 10 e 12 de agosto, no Hotel Rio Center (Travessa Lauro de Freitas 34, Centro), sob a supervisão do Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá). Estarão presentes o secretário estadual de Meio Ambiente, Eugênio Spengler, e os diretores e técnicos do Ingá, além da comunidade da região.

O Plano Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAE-Bahia) está sendo construído com base em vivências populares. A sociedade tem apontado sugestões como: o beneficiamento de frutos da Caatinga; a apicultura e a utilização de espécies nativas da flora regional do Semiárido para alimentação de caprinos e ovinos; a utilização de sementes crioulas, derivadas dos cultivos tradicionais sem a utilização de agrotóxicos, entre outros.

Estão convidados a participar diretamente, trazendo contribuições, membros da sociedade civil organizada, comunidades Fundo de Pasto, grandes usuários (irrigantes e mineração), representantes do Comitê de Bacia Hidrográfica(CBH) Salitre e CBH do Entorno do Lago do Sobradinho e do Colegiado do Território do Sertão São Francisco. Além de outros atores relevantes, entre eles, dirigentes de entidades representativas do setor produtivo, da comunidade científica, dirigentes de órgãos municipais, estaduais e federais.

De acordo com os organizadores, esse encontro também irá contar com a presença de representantes dos grandes usuários de água (Associações como o Perímetro Irrigado Tourão, Mandacaru, Fruticultores, entre outros) e das comunidades de Fundo de Pasto da região. Ao final da oficina de combate à desertificação os participantes poderão eleger dois representantes, um titular e suplente, para compor o comitê gestor do PAE-Bahia. Já foram eleitos como titulares o Centro de Agroecologia no Semiárido (Casa)-Guanambi; o Grupo de Apoio e de Resistência Rural e Ambiental (GARRA)-Irecê; a Associação Regional de Convivência Apropriada a Seca (Arcas)- Paulo Afonso. Ao todo, serão seis representantes das entidades da sociedade civil, sendo quatro eleitos nas oficinas e dois indicados pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Conerh).

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