Blog do Geraldo José - Espaço do Leitor
Vale do São Francisco - 08 de Dezembro de 2019
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Espaço do Leitor

publicado em 18 de Agosto / 2011 às 10:30

ESPAÇO DO LEITOR: ATÉ QUANDO?

 
Prezado Geraldo,
 
Gostaria de Saber do Poder Público até quando os moradores da Avenida Engenheiro Manoel Borges, que faz a Ligação entre os bairros João Paulo II e Parque Residencial, vão ter que conviver com buracos, esgoto e Lama?
 
A situação esta insuportável, quando acumula muita lama nos buracos, os carros que transitam por aqui acabam enchendo as calçadas e portões das residências de lama. O mais Interessante é que o boleto com a cobrança do IPTU, todos os anos chega para pagamento, e este dinheiro onde está sendo aplicado?
 
Peço providências a quem é de direito!
 
Murilo Ricardo - João Paulo II
publicado em 18 de Agosto / 2011 às 07:40

ESPAÇO DO LEITOR: A GRANDE CONQUISTA DO IFET E A TENTATIVA DE DESQUALIFICÁ-LA

Juazeiro recebeu nesta terça-feira, dia 16, uma excelente notícia. A chegada de um campus do IFET representa muito para todos que fazem e têm compromisso com a educação da nossa cidade, numa comprovação prática de que anos e anos de atraso e descaso começam a ser superados.

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia se constitui num riquíssimo e incontestável instrumento de promoção de avanços econômicos para o município, favorecendo a qualificação da mão-de-obra local e oportunizando aos jovens concretas possibilidades de formação profissional e ascensão social. O caminho para um sociedade mais equânime, como sabemos, é pavimentado pela educação.

Todavia, como é de praxe numa democracia ainda não completamente amadurecida, sempre aparecem os que querem desmerecer grandes conquistas. Há políticos locais tentando associar a vinda do IFET aos baixos indicadores sociais e educacionais do nosso município.

Ora, indicadores ruins nós sempre tivemos! Ninguém seria capaz de negar isso. A diferença é que muito pouco se fazia para se reverter tais quadros. Prova disso é que Petrolina, nossa constante referência, já possuía a mesma instituição há 20 anos! Além disso, diversas cidades menores que Juazeiro já contavam com suas unidades do IFET, enquanto padecíamos pela ausência de força política.

Caso fosse esta conquista fruto do “demérito”, como querem fazer crer, vários outros municípios, que têm indicadores bem piores que os nossos, seriam os contemplados ao invés de Juazeiro. Por tudo isso, é um erro crasso deixar de reconhecer que houve empenho e prestígio político para que o IFET chegasse a nossa cidade, mas é um erro maior ainda tentar desqualificar a conquista.

Nossa juventude sabe o valor desta instituição. Nossas famílias sabem a importância de ver seus filhos estudando e se profissionalizando aqui. Mas, infelizmente, há políticos que não sabem ou que, de maneira oportunista, fingem não saber.

Não me surpreendo com a capacidade que alguns têm de dizer bobagens. O que me causa espanto é a não percepção de que existem momentos em que é melhor ficar calado, se lhes falta a virtude de reconhecer os méritos alheios!

Clériston Andrade

Gerente de Formação Continuada da SEDUC

publicado em 16 de Agosto / 2011 às 10:30

ESPAÇO DO LEITOR: "NÃO SE MUDA DA NOITE PARA O DIA O QUE MUITO TEMPO ESTRAGOU"

O governo da mudança em nossa Juazeiro, sempre iludida e enganada pelos políticos, parece ganhar fôlego: Inaugurações importantes, obras iniciadas e anunciadas é o governo da mudança melhorando.

Agora, durante a Fenagri, uma música no serviço de som local, repetida inúmeras vezes enquanto a comitiva de autoridades visitava a feira, chamou à atenção de muitos: Uns diziam é a música da mudança, muito bonita, quem fez? Quem canta? Outros torciam o nariz e cochichavam: a música é forte, mas a mudança é fraca e a música não parava de tocar e a dúvida no ar?

Foi o Maurício Cordeiro, o Mauriçola quem fez! Será? Uns duvidavam: "não pode, ele é do PT ligado ao deputado Joseph Bandeira, é da família.

O Secretário Carlos Neiva confirmava orgulhoso que foi o Maurício sim, mas a duvida permanecia e para mim até o discurso do Prefeito Isaac Carvalho diante do governador Wagner e da Presidente Dilma e do próprio deputado Bandeira. "Não se muda da noite para o dia o que muito tempo estragou" como um desabafo que até arrancou aplausos de quem o tinha vaiado.

Acabei sabendo também que, na última eleição, o Maurício compôs uma música para o candidato Misael Aguilar (adversário ferrenho). Tudo bem, a música da mudança é muito bonita, forte mensagem, a de Misael também e eu cheguei aqui comigo a seguinte conclusão: Quem está mudando é o Maurício. Quem foi ele? Fiel escudeiro de Joseph, autor do hino “Bandeira de Fé” e tantos outros e agora dando munição pesada para o governo da mudança. Esta frase sobre o tempo, metáfora rica e inteligente, parece tentar nos convencer que esta mudança ainda esta apenas começando.

O Maurício têm todo o direito de ser o bom profissional que ele é, mas pegou pesado, bateu duro no passado onde ele próprio estava, dando fôlego e fogo para o inimigo avançar.  

Juarez Bahia

publicado em 15 de Agosto / 2011 às 10:30

ESPAÇO DO LEITOR: CACHORROS CONTINUAM TIRANDO O SOSSEGO DA POPULAÇÃO DE SENTO-SÉ

Venho mais uma vez neste site reclamar sobre o que vem acontecendo em Sento-Sé, ultimamente.

Em nossa cidade não tem uma equipe de zoonoses ou vigilância sanitária atuante, "não sei nem se isso existe em Sento-Sé".

Essas fotos que estou mandando, foram tiradas no último sábado (13) no final da tarde, por volta das 18 horas. Cachorros no cio, cruzando no meio da praça central, como se nossa cidade fosse uma roça.

O pior é que esses animais se sentem os donos das praças e rua, pois atacam as pessoas que vão passando. Gostaria de uma providência do poder público, pois começaram a tirar as vacas das ruas, mas esqueceram os cachorros.

Parece que nessa cidade não tem prefeito ou vereadores.

Carlos Santos

publicado em 13 de Agosto / 2011 às 21:00

ESPAÇO DO LEITOR: FERROVIA TRANSNORDESTINA - ONDE SERÁ RENTÁVEL?

Há quem diga ser a construção da ferrovia Transnordestina resposta a uma demanda da multinacional BUNGE ALIMENTOS, que está instalando um grande complexo agro-industrial no Piauí, mais precisamente no município de Uruçuí, que beneficiará  a soja produzindo óleo refinado, gorduras vegetais e rações  para animais. Como justificar vultosos investimentos, se a soja produzida no Piauí e Maranhão  de há muito é escoada através dos canais já existentes? Analisemos: Portos do Norte e Nordeste já respondem por 10% da produção desta leguminosa. São os seguintes os portos escoadores :  Região Norte – Itacotiara, no Amazonas e Santarém no Pará. No Nordeste - Complexo Portuário de S. Luís do Maranhão que, além de escoar soja do sul do estado, do norte do Tocantins, pequena safra do Pará, parte da soja produzida na Bahia e de Mato Grosso em torno de 75 mil toneladas, exporta ferro de Carajás. Segundo o Cepea(Centro de Pesquisa Avançado de Economia Aplicada), existe uma tendência de se aumentar o escoamento desta oleaginosa, através dos portos do Norte e Nordeste, uma vez ser notório o esgotamento da infraestrutura do Sul/Sudeste, alem do limite do calado nos portos das referidas regiões.

Além destes portos são também utilizados o Pecém no Ceará, e o acanhado porto Luís Correa, no Piauí - escoadores de parte da soja do Maranhão e do Piauí.

Já a produção de grãos do oeste baiano é embarcada  em grandes proporções no porto de Ilhéus, que já é graneleiro. Vale lembrar que a ferrovia Leste/Oeste encontra-se com projeto adiantado e que além dos grãos da região de Barreiras, transportará minérios da Chapada Diamantina até o porto de Ilhéus. 

Pelo acima exposto, como justificar a Transnordestina, cujos investimentos serão elevados, presumindo-se que transportará parte da soja do Piauí e do Maranhão - o que ocorrerá apenas  em alguns meses do ano, pergunta-se:  o que  será transportado por ela  no restante do ano? Os produtos da BUNGE?

Citar o transporte de Gipsita não vale, pois na época do trem Salgueiro/Recife, o grosso da produção do gesso era escoado via Juazeiro, daqui até a Pirapora pela hidrovia e outra parte pela ferrovia aos centros consumidores.

Vale salientar que o maior calado dos portos brasileiros é o de Suape, único porto com condições de receber os gigantes navios graneleiros que entrarão em atividade em pouco tempo. Será este o motivo principal da Transnordestina? Pensar no transporte de frutas por ela não é racional, vez que as mesmas são transportadas em containeres, saindo direto das fazendas aos navios, lembrando que   o porto que mais escoa frutas é o Pecém com estrutura adequada. E o que dizer do ramal Parnamirim/Petrolina? Será apenas uma promessa política, Sra. Presidenta? O que transportará este ramal? Como conquista política é valida, mas será rentável para investidores do ramo ferroviário?

Quem viver verá...

Malan Calazans

publicado em 12 de Agosto / 2011 às 20:30

ESPAÇO DO LEITOR: SANTA CASA... ABAIXO ESSA MENTIRA

A propósito da reabertura da Santa Casa, em Juazeiro, a gente percebe uma manobra que, além de ultrapassada, fere mortalmente a inteligência do povo juazeirense. Ora vejam: existia uma policlínica em um prédio público na orla, que servia muito bem a população e não gerava outras despesas adicionais para a sua operacionalidade, uma boa reforma, talvez até um primeiro andar,  “sem superfaturamento, é claro”, o que representaria investimento no patrimônio público e otimização no serviço de saúde oferecido pelo município.  Mas, o que faz a estupidez administrativa pública do nosso governo?  Gasta, sabe-se lá quanto, com a reforma de um hospital, que também pela incompetência continua fechado, paga-se um aluguel que poderia ser usado para outros interesses, sérios, além de manutenção, materiais, pessoal enquanto o prédio de propriedade do município que não representaria 1/3 do custo do funcionamento da tão decantada policlínica, atendendo as mesmas necessidades encontra-se entregue as moscas com funcionamento, precário, de um pequeno espaço para atendimento odontológico.

Enquanto isso, tome-lhe propaganda da reabertura da Santa Casa que nunca mais fez um parto, nenhum internamento, funcionamento de UTIS já não mais existe, intervenções cirúrgicas de maior atenção idem, enfim essa casa nunca foi reaberta e sim transformada em massa de manobra política de um governo que se debruça sobre um passado pífio, com o que concordo, para cometer toda sorte de mentiras para iludir a fé pública.

Pela inteligência do nosso povo e pela construção do nosso futuro. Abaixo mais essa mentira.

Lucien Paulo

publicado em 12 de Agosto / 2011 às 19:10

ESPAÇO DO LEITOR: MORADORES DO JOÃO XXII DENUNCIAM QUE ÔNIBUS ESTÁ ATRAPALHANDO O TRÂNSITO

Geraldo,

Nós moradores da rua da Caixa, bairro João XXIII, solicitamos através do seu blog aos fiscais de trânsito da Prefeitura de Juazeiro que possam acionar os responsáveis de uma revendedora de veículos cujo ônibus está estacionado há mais de dois meses em cima da calçada, na entrada da rua, tirando toda visibilidade dos motoristas e podendo provocar acidente a qualquer hora.

Esta é a rua principal do bairro que faz a ligação com o Alto do Cruzeiro e o bairro de Piranga, e por várias vezes quase acontece um acidente, pois o veículo toma toda a visão de quem entra na citada artéria.

Agradecemos,

Moradores da rua da Caixa

publicado em 12 de Agosto / 2011 às 10:30

ESPAÇO DO LEITOR: JUAZEIRENSE REITERA QUESTIONAMENTOS SOBRE OBRA PARADA NO JOÃO PAULO II

Caro Geraldo José

No dia 24/07, utilizei-me deste espaço para apresentar à sociedade juazeirense a situação em que se encontrava a construção da quadra poliesportiva dos bairros João Paulo II, Antônio Guilhermino, Vila Nova fé e Parque Residencial, inclusive questionei, na qualidade de cidadão, o quanto em dinheiro já havia sido utilizado para tão pouco construído.

Sem querer incomodar, mais uma vez, peço licença para reapresentar os questionamentos, como forma de lembrar e provocar a manifestação de quem de direito.

Parabenizando-o inicialmente pelo brilhante trabalho, peço vênia para utilizar-me deste, que é o mais importante e democrático espaço de manifestação de opiniões do vale do São Francisco, para revelar a toda sociedade juazeirense um fato que, no mínimo, carece de explicação.

A comunidade dos bairros João Paulo II, Antônio Guilhermino, Vila Nova Fé e Parque Residencial, através de uma emenda do então Deputado Estadual Pedro Alcântara, foi contemplada com uma verba de, aproximadamente, R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), a qual deverá ser aplicada na construção de um ginásio poliesportivo.

Há alguns meses, teve início a sua construção, sendo liberada pelo Governo Estadual, segundo informações, a primeira parcela, no valor de R$ 150.000,00 (cento e cinqüenta mil reais). Ocorre que, caro Geraldo, mal teve início, a obra já parou, e faz mais de 50 (cinqüenta) dias que uma colher de cimento sequer é colocada. Isso é apenas o começo!

O impressionante, o inacreditável, na realidade, é o resultado prático da aplicação do montante da primeira parcela, pois o que se tem, apenas, são dois banheiros (inacabados) e as fundações das arquibancadas (também inacabadas).

Aí fica a pergunta: se para construir os banheiros e as fundações das arquibancadas foi consumido ¼ do valor total obra, quanto, então, será necessário para conclusão do ginásio com todas as suas instalações? É algo a ser explicado. 

Fica, portanto, o questionamento, bem como o pedido ao chefe do Executivo Municipal para que zele pelo patrimônio dos nossos filhos, e aos membros do Legislativo, fiscais do povo, para que acompanhem e deem atenção especial a esta situação.

Para que não fique ao talante da imaginação e da especulação, na qualidade de cidadão e reproduzindo os anseios dessas comunidades, solicito DOS RESPONSÁVEIS informações a cerca dos motivos determinantes da paralisação da obra, que ainda continua parada, e a previsão para o seu reinício.

Washington Lucas - Bacharel em Direito

publicado em 11 de Agosto / 2011 às 23:20

ESPAÇO DO LEITOR: FENAGRI X EDUCAÇÃO

A feira nacional da agricultura na forma em que foi estruturada na ultima edição alem de evidenciar o potencial econômico e cultural de Juazeiro, detectou a necessidade de abrir espaço para profissionais de agricultura e turismo obscurecido e às vezes marginalizados pelos gestores que roubavam a cena do técnico já habituado a se manter na retaguarda. Isto não é bom; como também não é saudável o inverso. Isto é: a superposição do técnico sobre o político. O ideal é os dois agindo em unidade: político x técnico x político. Quando possível ter uma pessoa com ambas qualidades. É ai que nós apostamos na mudança e começamos a respirar aliviados ao ver que Juazeiro começa a soltar as amarras do desenvolvimento com os frutos da paciência e da tenacidade do gestor que passa o exemplo de segurança de atitude nas ações planejadas.

Parabéns senhor prefeito siga em frente, tendo, contudo o cuidado de romper a blindagem contra a sociedade civil organizada imposta não interessa saber por quem. A propósito do titulo do nosso editorial, com cuidado de professor que nunca se aposenta da cátedra especialmente quando se é extensionista nato. Pergunto: será que as nossas escolas de nível médio e superior não sentiram nos temas abordados na Fenagri o aproveitamento mínimo do profissional nosso no mercado de trabalho? A necessidade de adequar os currículos das disciplinas às necessidades regional e nacional especialmente nas ciências agrárias? Ai eu priorizo a agricultura irrigada e a extensão rural. Uma, por ser a vocação natural da região; e a outra porque tem o dever de levar os conhecimentos técnicos e científicos às camadas de baixa renda que não tiveram o privilegio de alisar os bancos da escola pública tão cara e pouco eficiente nas praticas cientificas.

O ensino virtual ainda não atingiu o seu clímax. Enquanto isto não acontece precisamos aumentar a carga horária pratica, porque o nosso profissional está sendo de língua enrolada par fazer assistência técnica nas áreas de irrigação e de sequeiro.

Esperamos que a edição da Fenagri venha também servir de alerta às nossas unidades de ensino superior contempladas com professores altamente qualificados que deverão passar para os seus alunos os ensinamentos recebidos em pós-graduações, retribuindo assim os gastos do estado. Assim procedendo justifica a cobrança de impostos que são altos e escorchantes, e que quando aplicados corretamente dão resposta a curto e médio prazo, a sociedade, que pouco ou quase nada recebe pelo alto custo que lhe é cobrado. Procedendo desta maneira a unidade de ensino com certeza colocará o nosso aluno em pé de igualdade com os egressos de outras unidades de ensino valorizando conseqüentemente o profissional Junior.

Concluo este simples, porem sincero editorial, se assim posso chamar conclamando os meus Ex- alunos especialmente os que participam com brilhantismo da gestão municipal que se voltem com carinho para mãe que nos gerou para as ciências agrárias a saudosa FAMESF e bebam naquela fonte inesgotável para mitigar a sede e a fome do saber.

Saudações Profissionais.

JOÃO BENVINDO DOS SANTOS

PROFESSOR E SINDICALISTA

publicado em 11 de Agosto / 2011 às 17:30

ESPAÇO DO LEITOR: DOIS GRANDES EVENTOS

Caro Geraldo José,

Pode passar despercebido pelos insensíveis de sempre, mas não posso deixar de registrar dois significativos eventos ocorridos na noite de ontem (10), na nossa querida Juazeiro. A solenidade de certificação do curso de especialização em coordenação pedagógica para quase 50 profissionais do ensino público municipal promovido pela secretaria de educação da prefeitura de Juazeiro e ministrado pela UFBA e a celebração da missa solene pelo aniversário de reabertura da Santa Casa, agora transformada numa grandiosa policlínica.

Estive no primeiro evento, como mestre de cerimônia e vi a emoção no rosto de cada pessoa presente, sobretudo dos formandos, repito quase cinqüenta, embevecidos pela realização de um sonho, que só foi possível graças à determinação do prefeito Isaac Carvalho e do professor Plínio em preparar cada vez mais os nossos educadores, visando uma educação de qualidade.

Os elogios da professora da UFBA, do professor Antonio Carlos da APLB e da representante dos concluintes à administração municipal no tocante ao zelo pela educação demonstra que estamos cumprindo nosso papel, embora reconheçamos que ainda falta muito para superar o atraso a que Juazeiro foi submetido por décadas.

É a primeira turma e o primeiro município da Bahia a efetivar junto com a UFBA um curso de especialização gratuito para funcionários no setor pedagógico.

O outro evento de significado histórico foi a comemoração com uma santa missa do primeiro aniversário da reabertura da Santa Casa de Misericórdia, agora uma policlínica de respeito. Lá esteve o prefeito Isaac Carvalho, contente com os resultados obtidos no setor de saúde, e reconhecido pelo Secretário de Saúde do Estado da Bahia, Jorge sola, como o prefeito que mais tem investido com responsabilidade e êxito comprovado na saúde pública em todo o estado baiano.

Por tudo isto, finalizo dizendo que a noite de ontem foi histórica para Juazeiro. Um abraço a todos.

Paulo César

publicado em 11 de Agosto / 2011 às 07:39

ESPAÇO DO LEITOR: JUAZEIRENSE SONHA COM O MEMORIAL JOÃO GILBERTO

 

Geraldo José e amigos,
 
Durante as comemorações dos 80 anos de João Gilberto, aqui em Juazeiro, com as presenças luminosas de João Bosco, maestro Aderbal Duarte e a contora/compositora paulista Regina Benedetti, apesar das críticas e desconfianças, eu afirmei que o lendário guitarrista Eric Clapton era amigo de João e Jon Hendricks outra lenda viva do jazz, havia gravado um disco em homenagem ao pai da bossa nova.
 
João Gilberto não gosta que a gente fale o que a gente fala com ele, mas em uma das nossas raras conversas ele me falou da solidariedade de Eric Clapton no caso entre ele e a gravadora inglêsa emi-odeon.
 
Está surgindo a possibilidade da implantação do "Memorial João Gilberto" eu prefiro Casa de Cultura João Gilberto. Recebí inúmeros e-mails do Japão, Europa e Estados Unidos, Juazeiro pode estar mesmo em um possível roteiro turístico internacional de cultura "in", juntando com o "vapor do vinho" estaremos no "mapa-mundi", gerando emprego e renda; antes é claro, precisamos acreditar e lutar muito, melhorar significativamente nossa rede hoteleira, serviços, restaurantes. A natureza nós já temos, cultura poderemos ter.
 
É uma pena, em Juazeiro tudo esfria muita rápido, mas a "felicidade é uma arma quente" e sonhos não desistem, ainda seremos uma cidade bossa nova de pura MPB, para o mundo respeitar e conhecer - rimas e vamos remando.
Estou passando este e-mail para gente do mundo inteiro.
 
abraços
 
Maurício Dias
publicado em 10 de Agosto / 2011 às 10:30

ESPAÇO DO LEITOR: JUAZEIRENSE MANIFESTA DECEPÇÃO COM A CÂMARA MUNICIPAL

Nobre Blogueiro,

Pela Primeira vez assisti a uma sessão da Câmara de Vereadores de Juazeiro e como diz o ditado popular “a primeira impressão é a que fica”. Pois bem, a impressão que eu tive foi de pessoas mal educadas, que não davam atenção quando o colega fazia o uso da tribuna, conversando o tempo todo, fazendo piada, uma verdadeira escolinha do professor Raimundo, e o pior é que toda aquela falta de respeito e educação é bancada por nós cidadão que pagamos impostos para ver a bagunça que presenciei hoje (terça-feira 09). As fotos em anexo comprovam o que eu relatei.

Marcos José Araujo

Juazeirense e ainda mais decepcionado com a política em nossa cidade

publicado em 08 de Agosto / 2011 às 23:20

ESPAÇO DO LEITOR: QUASE VIREI “DE-CUJUS”!

Superstição, agouro ou presságio, fato é que no dia 5 de agosto, às 5 horas da manhã, por pouco eu não passei a morar no canzuá-de-quimbe (casa dos mortos)!

Retornando do “cooper” matinal em direção à minha residência, banhado pelo conjunto de gotas de orvalho que insistia em cair e que ainda namoravam com o lusco-fusco alvorecente, bateu-me, de opino em meu cérebro, a abelhudice, despertando-me para o fato de que a Ponte Presidente Dutra, com seus “brincos” seria reinaugurada naquele mesmo dia, com o comparecimento da Presidenta da República, Dilma Roussef.

Lembrei-me, então, de “olhar à direita!”, referindo-me à instrução de Ordem Unida, bem como à Parada Militar. Atendi ao chamamento e marchei com “a barriga pra dentro e o peito pra fora”, um verdadeiro infante em direção à grande “obra prima”. Tive mesmo a audácia de subir a uma “gargantazinha” que serve de descida para bicicletas e pedestres.

Debrucei-me, placidamente, no dorso do “esqueleto franzino”, íngreme e sem degraus para atender a pessoas portadoras de deficiência física. Olhava para o lado de Petrolina e revirava os olhos em direção a Juazeiro, de modo incessante, não acreditando no que via, pois minha cidade não merece tamanho contrassenso, discriminação.

Pensei que me tornara um visionário, que tudo era tão somente ilusão de ótica, mas era verdade, pois minha visão está boa, tendo recentemente feito exame. Concentrei-me e a placidez permaneceu, mostrando-me a realidade. Sem precisar de teodolito, instrumento óptico, lupa ou luneta, eu comparei a “Ponte Odisseia” a uma lagartixa, cujo rabo feioso encontra-se no lado baiano. Ponderei comigo mesmo que a nossa Presidenta jamais iria enfrentar a inauguração de um réptil terrestre, feio, escamoso e de quatro patas!

Ao despertar de tamanha meditação, pensando, sobretudo, nos acidentes de veículos que advirão, principalmente nos flancos, meus olhos fizeram uma oitava à esquerda e vi, que da cabeça do “esqueleto”, despencava em minha direção uma bicicleta aparentemente sem freios.

Supliquei, de forma on-line aos deuses: “Malembe! Malembe! Malembe! (Misericórdia). Minha Mãe Oxum, rainha das águas doces, tomou-me às costas, pois era o Orixá mais próximo, habitante dos rios. Oxum atendeu-me de imediato. Supliquei a Oxum, porque São Francisco anda zangado com o poder público, pois o rio que leva o seu nome tem sido muito desprezado e machucado pelo governo. Fato é que, graças às forças dos Voduns, eu não me tornei um “de-cujus”, um “presunto da maldição”.

Com certeza, o ciclista descontrolado achava-se possuído pelo Sujo ao desembestar-se da “rampinha tísica”, tirando faísca no cimento com os pés que pareciam um freio a disco para estancar a “bicha rodante”.

No momento fatídico, lembrei-me, também, da novela do Bem Amado, brilhantemente interpretada pelo Coronel Odorico Paraguassu, este o prefeito de Sucupira, que exigia um defunto para inaugurar o cemitério da cidade. No caso específico, seria a reinauguração da Ponte Presidente Dutra, sexta-feira, justamente no dia em que me encontrava descoberto dos meus poderes mágicos, sem a proteção do amuleto de Xangô.

Consultei os búzios sobre o sinistro em que eu poderia fechar os olhos para a eternidade, cufar (morrer) e chorar no “Afá” (Universo), então me responderam que eu descuidara, por não ter fechado o corpo suficiente para tocar na referida Ponte. Essa, como se sabe, estava carregada de “encardidos”, devido ao excesso de pragas rogadas pelos motoristas que por ela trafegam.

Implorei a Oxalá (Orixá Supremo) para afastar os espíritos malignos e abrir os caminhos para todos, pois o povo não é culpado da incúria governamental. Oxalá atendeu-me na súplica e tudo agora se encontra “Odara” (Legal e Caminhos Abertos).

Depois de ter sido salvo do “artefato demoníaco” e antes da jogada dos búzios, acendi três velas para Oxalá por ser seu dia votivo (Sexta-Feira). A lição despertou-me e jamais esquecerei o preceituário, sempre tomando banho de cheiro, bem como despachar a rua, ao sair de casa, jogando água em três direções: Agô...! Agô...! Agô...! (Licença!). Quem assim o faz, livra-se dos Exus e da “Mulher da Trouxa”, (Diaba)  que vagam pelas ruas, encruzilhadas, estradas e, principalmente, cabeceiras de pontes! 

Geraldo Dias de Andrade é Cel. PM/RR – Bel. em Direito – Membro da Academia Juazeirense de Letras – Escritor – Cronista – Membro da ABI/Seccional Norte

publicado em 08 de Agosto / 2011 às 20:30

ESPAÇO DO LEITOR: PORQUE EM JUAZEIRO TEM QUE SER ASSIM?

Vista de Juazeiro da orla de Petrolina

O juazeirense parece mesmo desprezar o que é verdadeiramente seu, suas conquistas e o próprio brilho humano que era obviamente sua força tempos atrás. Hoje, Juazeiro é uma cidade grande e torta, de poucas alegrias e festas artificiais e bobas, uma cópia fajuta do que acontece em Salvador. O carnaval já foi lindo, acabou, São João também, Fenagri não envolve mais e a cultura ficou no passado.

Juazeiro não tem nada de Ivete Sangalo, nem de Daniel Alves e a genialidade de João Gilberto foi para o Japão, Juazeiro nem chega pertinho da estética do seu filho mais famoso e pouco querido, ou melhor, quase odiado em sua própria terra.

Os juazeirenses que conheço e convivo, não acreditam em quase mais nada, duvidam do shopping que vai ser construído, criticam tudo, dizem que a filial das lojas americanas vai fechar, comemoram o fechamento da Dismel e o Atacadão não demora, o anel viário prometido pela presidente Dilma só daqui a 50 anos e as "rampinhas" serão para sempre e por aí vai, e o que é bom em Juazeiro, o  juazeirense também torce para ficar ruim. Que instinto é este? Que perversidade consigo mesmo, auto-estima no lixo e o olhar voltado para Petrolina que tem outra performance, principalmente porque hoje é a cidade mais importante do interior de Pernambuco.

A frustração sofrida até agora com a prometida mudança, piorou tudo no sentimento dos juazeirenses e muitos vivem escrevendo e comentando em "blogs" falando em rádios aumentando o baixo astral e nem o que é de verdade bom, é poupado pelos detratores de plantão da saudosa Juazeiro.

Enquanto isso em Petrolina, muito técnicos e grande empresários começam a dizer e provar com teses e fatos que Juazeiro tem um potencial econômico produtivo muito maior que Petrolina, tanto que grandes empresas de Pernambuco estão de olho em Juazeiro e que dentro de   uns cinco anos isso vai ficar provado e querem saber porque? Vou citar só um grande fato: O Projeto Salitre nasce diferente, mais profissionalizado e tecnicamente mais seguro, com planejamento e viabilidade produtiva, Juazeiro é Bahia, maior PIB do Nordeste, impossível de ser superado por qualquer outro estado, é cidade de convergência, observem o exemplo do Mercado do Produtor e tem muito mais. O que falta é o juazeirense acreditar mesmo mais em si mesmo, na sua terra, vejam que todos os grandes políticos de Petrolina moram e investem em Petrolina. Lutam para ver quem faz mais enquanto em Juazeiro torcem para dar errado e nesta enxurrada, muita gente boa, competente e honesta é atirada na mesma lama. Mas Juazeiro é Juazeiro, e mais ainda será apesar destes juazeirenses fracos e falsos.

Antonio Romero de Souza

Um petrolinense fã de uma certa Juazeiro

publicado em 06 de Agosto / 2011 às 21:00

ESPAÇO DO LEITOR: ELEITORA DIZ QUE O PT ESTÁ “USANDO” O GOVERNO ISAAC

Meu Caro Repórter,

Tinha prometido a mim mesmo não mais escrever para esse blog nem outro qualquer, nem me envolver mais em política, contudo sou brasileira (graças a Deus) e como tal, não fico calada e fora de política por muito tempo, dai porque estou retornando ao blog para o seguinte comentário, que me deixa irritada e deixaria muito mais se não repassasse para você e para o público. Vejamos então.

Pelo andar e rumos políticos de Juazeiro, o PT, mostra entre linhas, pelo menos em nossa cidade, que não está disposto a fazer alianças para apoiar a reeleição do prefeito Isaac, isso ficou claro nas últimas declarações de Joseph Bandeira, de Mitonho Vargas e da maioria de sua militância.

Se não houver uma intervenção muito forte ou até mesmo uma imposição do PT em nível estadual ou federal, o PT local não apoiará Isaac, disso vocês podem ter certeza. Eu perguntaria então ao prefeito se o PT não lhe apoiar, em seu palanque estará Leonardo Bandeira? E Joseph? E Mitonho Vargas? E a secretária de Obras Célia Regina? E os demais petistas que fazem parte do seu governo estarão na luta pela sua reeleição? Duvido muito e nesta, tiro uma de São Tomé, preciso ver para crer.

O que o PT está fazendo, e muito bem, é tirando proveito de sua gestão para promover o partido e seus futuros candidatos, inclusive, e possivelmente até o próprio Joseph, não é por ser boazinha que Célia Regina, sua secretária de Obras, prefeito, fica a maioria do tempo fazendo política, ela mesmo repito está fazendo política, mesmo como sua incapacidade e arrogância como no caso da Radio Cidade, na verdade não tem o mínimo perfil para a função, ela apenas usa o nome de secretária para fazer política. Uma grande prova do que estou afirmando sobre o apoio do PT a Isaac foram as trocas de farpas entre os militantes do partido quando da visita da presidenta Dilma à nossa cidade.

Prefeito, os outros estão se articulando e o senhor? Vai continuar com Célia Regina fazendo política junto com os demais companheiros do PT que estão na prefeitura. De uma coisa o senhor tenha certeza, se o PT estadual ou nacional não se envolver aqui e Joseph for o candidato, o senhor não terá apoio de nenhum deles que estarão por certo no palanque de Bandeira deixando-o na rua da amargura. E ainda tem o outro lado da moeda, os que apóiam e sempre apoiaram Misael e que estão usufruindo do seu mandato ma que na hora “h” também estarão em outro palanque, mas não vou comentar isso pois ficará um jornal em vez de uma carta ou comentário. Tão jogando pesado contra o senhor prefeito, tome cuidado, abra os olhos enquanto é tempo, quanto mais dias passam eles minam sua administração. Tá na hora de separar o joio do trigo, 2012 está aí... Tá esperando o quê?

Grato pela publicação e mesmo me prometendo que não mais voltarei a falar em política, pode ser que em breve acabe retornando. Muita paz ao nobre repórter e sua imensa legião de leitores.

Tarcilia Muller - D. José Rodrigues

publicado em 06 de Agosto / 2011 às 19:00

ESPAÇO DO LEITOR: VERGONHA! VERGONHA! VERGONHA!

Geraldo,

Esta “obra” deste desastroso governo que eu acreditando, como muitos juazeirenses ajudamos a construir, nos faz relembrar um velho adágio popular: “Descobrir um santo para cobrir outro”. Vergonhoso! Utilizar a areia da marginal do logradouro, fazer crateras em toda a sua extensão a fim de calçar a rua, certamente para economizar areia. E quando chover? É vergonhoso, ninguém agüenta mais estes irresponsáveis.

O material usado no colchão é areia fina, com espessura de 10 cm. Não precisa ser engenheiro, todo ajudante de calceteiro sabe disso.

Em tempo: Este pequeno pedaço de rua que está sendo pavimentado fica localizado no bairro Jardim Vitória.

José Raimundo dos Santos (Negão do Edson)

publicado em 04 de Agosto / 2011 às 23:20

ESPAÇO DO LEITOR: CRÍTICAS À LEI 12.403/2011 (LEI DO DESENCARCERAMENTO)

O indivíduo, vivendo sozinho e em plena liberdade, percebeu que sua condição solitária o tornava vulnerável ante aos perigos da natureza. Por esse motivo, resolveu unir-se aos seus semelhantes e viver em sociedade, como forma de se tornar mais forte e de poder enfrentar os desafios naturais.

Para viver em sociedade, os indivíduos celebram um pacto, o de limitar seu espaço de liberdade para que os direitos de cada um fossem respeitados. Surge, aí, a responsabilidade como elemento de coesão social, onde aquele que viola o direito do outro é punido para garantir a permanência da organização social.

De forma sintética, tem-se aqui condensada a gênese da sociedade humana, segundo a teoria contratualista.

Do exposto, apresenta-se a responsabilidade como instrumento imprescindível de coesão social e, ignorá-la, significa ampliar ao extremo as liberdades individuais com a consequente abolição da sociedade humana.

Pois bem, com a entrada em vigor da Lei 12.403/2011, o papel fundamental da responsabilidade passa a terceiro plano, ficando atrás da liberdade e, neste caso, da necessidade de esvaziar os presídios.

O Estado, atestando sua incapacidade de gerenciar de forma eficaz o problema da segurança pública, com a aprovação da lei e sua entrada em vigor, transfere a toda sociedade o ônus advindo de sua deficiente gestão, tanto preventiva quanto repressiva, ao invés de buscar responsabilizar aqueles que cometem crimes. 

Com as modificações, a autoridade policial deverá conceder fiança aos autuados nas infrações penais cuja pena máxima de reclusão não seja superior a quatro anos. Já a autoridade judicial deverá conceder fiança nas infrações penais cuja pena máxima seja superior a quatro anos, exceto nas hipóteses em que a lei as considera crimes inafiançáveis. Nas duas hipóteses, tanto a autoridade policial quanto a judicial serão obrigadas a arbitrar fiança, pois, segundo a lei, a fiança é um direito subjetivo do preso.

A partir de então, pessoas que cometam crimes como furto simples – art. 155, homicídio culposo – art. 121 §3º, sequestro e cárcere privado – art. 148 caput, apropriação indébita – art. 168, receptação – art. 180, satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente – art. 218-A (pedofilia), quadrilha ou bando – art. 288, emprego irregular de verbas ou rendas públicas – art. 315, contrabando ou descaminho – art. 334 (todos do Código Penal Brasileiro), violência doméstica – art. 129 § (Lei Maria da Penha), porte ilegal de arma de fogo de uso permitido – art. 14, disparo de arma de fogo – art. 15 (Estatuto do desarmamento), dentre muitos outros, serão beneficiadas com a nova lei e terão um maior alargamento do espaço de liberdade para o cometimento de tais crimes, em decorrência da diminuição da possibilidade de responsabilizá-las pela prática de tais condutas criminosas.

Todos os esforços legislativos que resultaram na edição de leis que buscavam proteger pessoas em estado de vulnerabilidade, a exemplo da Lei Maria da Penha e a de combate a Pedofilia, e na edição das que pretendiam proteger a sociedade, como o Estatuto do Desarmamento a Lei Tóxicos, acabaram sendo desrespeitados, tendo, estes estatutos legais, perdido grande parcela de sua eficácia.

Como resultado, os principais beneficiados são aqueles que vivem a margem da lei, pois passarão a cometer esses crimes com a certeza da impunidade.

A realidade, confirmando a tese contratualista, está a demonstrar a importância do pacto social, no qual a liberdade individual sede ao bem estar coletivo. A sociedade, portanto, passa por uma situação de crise, pois a Lei 12.403/2011 diminui a possibilidade de responsabilizar os indivíduos que violam as regras penais socialmente estabelecidas em defesa da coletividade.

Washington Lucas

Bacharel em Direito - Formado pela Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE - tomlucaspol@hotmail.com

Imagem Ilustrativa Google
publicado em 03 de Agosto / 2011 às 23:20

ESPAÇO DO LEITOR: HOMENAGEM PÓSTUMA

MARCELO ROBERTO HIPÓLITO SAMPAIO

+ 30/07/2011

Sua partida deixou uma eterna saudade
Saudade de sua presença ao nosso lado
Momentos de felicidade que passamos

A despedida foi repentina e sem volta
Hoje você esta na companhia de Deus
E vive em nossas lembranças com amor

A saudade maltrata, pois sua falta dói
Apesar dessa falta sei que estais bem
Sei que você alcançou a paz eterna. 

Ainda consternado com seu falecimento. 

Ramires Andrey Hipólito Silva e Família

publicado em 03 de Agosto / 2011 às 09:10

ESPAÇO DO LEITOR: O DESCASO DA PONTE II

Geraldo,

Este é um assunto por demais comentado, então chamo à atenção da classe política de Juazeiro. Não, hoje chamo atenção da região como um todo, prefeitos, vereadores das duas cidades, deputados e demais autoridades. Estive pessoalmente visitando as obras das rampas de acesso a ponte Presidente Dutra e a descida em Juazeiro à noite, meus amigos, é um perigo só.

É da máxima urgência que uma medida seja tomada por quem de direito. Da forma em que está sendo feita (já foi feita), as famílias petrolinenses e juazeirenses tomem o máximo de cuidado. As duas cidades se fundem em uma, nas noites pelas baladas que se realizam em ambas. Pela madrugada nossos jovens retornam, e quem vem de Petrolina e precisar do acesso a Juazeiro, só poderá fazê-lo (descer) com mais ou menos 20 km de velocidade. Aquilo mais parece o plano inclinado de Salvador. Sou espiritualista e positivista, mas daquela maneira não tem como não prever acidentes, está tudo muito perigoso, muitas famílias vão chorar seus mortos, pois é um chamariz para acidentes, vai ser tanto carro voando em direção aquela torre de alta tensão da Chesf!

Seria bom que as promotorias públicas de Juazeiro e Petrolina, unidas, pudessem barrar aquela obra bizarra ou pelo menos colocar mais segurança. Caso contrário, vamos só aguardar os acontecimentos.

José Gomes de Sá

publicado em 02 de Agosto / 2011 às 21:30

ESPAÇO DO LEITOR: A DANÇA DO “PUDÊ”

Nesse artigo enviado ao Blog, o bacharelando em Direito pela Uneb, Ualleson Pereira da Fonseca demonstra todo seu descontentamento com a classe política de Juazeiro. Confira: 

É notório o fracasso de quem governa Juazeiro. Posso até parecer precipitado, mas, por aqui, infelizmente, essa afirmação caminha firme em direção à unanimidade. Porém, temos de ter a sensatez de que esta não será atingida por conta dos contratados que estão trabalhando no município que não se submeteram a concurso público, apesar da promessa de mudança. 

Motivados pelo insucesso do atual gestor municipal, forma-se, nos bastidores, por figuras carimbadas da política local, uma ampla frente, para miná-lo do poder. É o que se comenta. 

Ainda hoje, li na imprensa o apelo do ex-prefeito Joseph Bandeira para que o PT tenha candidatura própria. Mas o mesmo se esquece que já teve duas oportunidades e que, apesar de alguns avanços em algumas áreas, no quesito austeridade fiscal, a sua administração foi uma lástima. E hoje Juazeiro paga caro por isso. 

Já o também ex-prefeito Misael sinalizou que não irá disputar o pleito local e que pretende abandonar a política. Já vai tarde. O seu fracasso na última campanha eleitoral talvez consiga explicar o porque disso. 

Todos esses (Isaasc, Joseph e Misael) tem em comum, não tenha dúvidas, o gosto pelo mesmo hit: a dança do “pudê”. São uns eternos apaixonados pela canção do “pudê”. Querem, com as suas suaves vozes, cantar o melô do “pudê”. Enfim, querem ser os donos do “pudê” de todo jeito. Mas esquecem que “todo poder (“ou pudê”) emana do povo”, como aduz o parágrafo único do art. 1º da Constituição Cidadã de 1988. Ou pelo menos deveria emanar. 

Quero, com isso, alertar o povo juazeirense que se sintam, também, donos do "pudê", uma vez que existem formas de participação popular previstas na Constituição e na legislação. Mas primeiro temos que conhecê-las. Não podemos mais deixar essa gente, sozinhos, tomarem conta do "pudê", pois o resultado, infelizmente, é sempre o mesmo: o exercício do "pudê" pelo "pudê" e o desmonte do erário para sustentar os privilégios de quem hoje é dono (ou se acha dono) do "pudê". Aliás, é pra isso que o Estado brasileiro existe. É só ver a relação entre o que se arrecada e os índices sociais que envergonha o país. 

E culpa não é só dos políticos . Estes (a maioria) já fizeram a sua partes: nada. Ela é nossa também, pois assistimos diuturnamente a mesmice sem a capacidade de nos indignarmos. Como bem disse Frei Beto: "governo é como feijão, só funcional na panela de pressão". Ou nas palavras de Ciro Gomes: "não faz sentido, numa democracia, uma ultra-representatividade como temos". 

É inútil esperarmos por qualquer modificação de quem tá no "pudê". Portanto, temos que aprender a cantar a dança do "pudê", que existe e anda pairando nos textos normativos, se quisermos exercitá-lo um dia; ou então dançaremos, como sempre e como meros coadjuvantes, o melô de quem compôs, com seu grupo, a dança do "pudê". 

Ualleson Pereira da Fonseca - bacharelando em Direito pela UNEB - Universidade do Estado da Bahia

publicado em 01 de Agosto / 2011 às 10:30

ESPAÇO DO LEITOR: ATÉ QUANDO?

Leitor faz comparativos das receitas na gestão de Misael Aguilar e do atual prefeito Isaac Carvalho, e diz que a postura com os gastos públicos é semelhante. Confira: 

Geraldo,

Entra governante, sai governante e a política continua a mesma. As situações vivenciadas pela população continuam as mesmas. O que muda são os nomes das políticas sociais fantasiosas e mentirosas que deveriam saná-las. O que está errado? Por que ainda vivemos submissos aos governantes esperando que eles façam e tomem providências que eles não querem e não vão tomar? Por que não fazemos a diferença e acabamos com essa política mentirosa e desigual que ainda está em vigor? Por que ainda são eleitos políticos sem compromissos com a população em pleno século XXI? Será que não está na hora de mudar este folhetim?

Os números abaixo, retirados do site do Ministério da Fazenda são para deixar qualquer cidadão a pensar. Na administração do Sr. Misael o que se ouvia falar era que a prefeitura estava quebrada, mesmo recebendo nos quatro anos de governo só em verbas federais sem falar em IPTU/ISS e outras verbas estatuais, mais de 228 milhões e pouco fez durante o seu governo. No caso do Sr. Misael é muito bom a população deixar um pouco de lado as paixões políticas e pensar com a razão.

O mesmo serve para o Sr. Isaac que em dois anos e meio recebeu a bagatela de 235 milhões, só de repasse federal, e o discurso é o mesmo do seu antecessor, prefeitura quebrada etc. e a população a cada dia mais abandonada pelo poder público.  A população não pode esquecer que praticamente quase 100% das obras executadas nos últimos anos são de autoria do Governo Federal. Infelizmente o que ocorre é que os Srs. vereadores que deveriam fiscalizar e cuidar do bem publico nada fazem. E serviços simples como limpeza, conservação de praças, saneamento são deixados de lado, isto sem falar no total abandono dos povoados.

Júlio Almeida

publicado em 01 de Agosto / 2011 às 08:10

ESPAÇO DO LEITOR: O EXERCÍCIO DA IMORALIDADE

Quando no curso dos acontecimentos humanos se torna necessário um povo dissolver laços políticos que o ligavam a outro, e assumir, entre os poderes da terra posição igual e separada, a que lhe dão direito as leis da natureza e as do Deus da natureza, o respeito digno às opiniões dos homens exige que se declarem as causas que os levam a essa separação. Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens foram criados iguais, foram dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade (John Hancock).

A fim de assegurar os sagrados direitos dos cidadãos como: Segurança, educação, saúde, cultura, lazer, dignidade garantindo, assim, a auto-estima e felicidade do povo, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-lo ou aboli-lo e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade. 

Mas quando uma longa série de abusos e usurpações, perseguindo invariavelmente o mesmo objeto, indica o desígnio de reduzi-los ao despotismo absoluto, assistem-lhes o direito, bem como o dever, de abolir tais governos e instituir novos-Guardas para sua futura segurança. Tal tem sido o sofrimento paciente desta sociedade e tal agora a necessidade que a força a alterar a composição do governo.

A história do  atual governo de Juazeiro compõe-se de repetidos danos e usurpações, tendo todos por objetivo direto o estabelecimento da tirania absoluta sobre este município. Para prová-lo, permitam-me submeter os fatos supostamente cometidos por esse governo ao nosso cândido município. Gastou recursos irrecuperáveis, honestamente, em campanha, Não honrou nenhum compromisso de campanha, celebrou contrato imoral com escritório de advocacia de propriedade de um filho de secretário da sua administração, admitiu funcionários da sua empresa na Prefeitura, sem experiência e com altos salários, nomeou um secretariado, com algumas exceções, sem experiência, entregou o município à própria sorte transformando Juazeiro na imagem do abandono e em quase três anos de governo não realizou sequer uma obra de alcance social, praticou nepotismo cruzado, recusou assentimento a proposições das mais salutares e necessárias ao bem público e teve contas rejeitadas. Tudo isso nada tem a ver com governos passados.

Nós, por conseguinte, habitantes desse município, juntos em comunhão na defesa da nossa terra, apelando para o Juiz Supremo do mundo e as nossas próprias consciências pela retidão de nossas intenções, em nome e por autoridade do bom povo ribeirinho, conclamamos a sociedade: que este município se liberte de qualquer vassalagem contra o seu povo, e que todo vínculo político entre a sociedade e esse governo seja totalmente dissolvido; inclusive nas nossas consciências. E em apoio desta conclamação, pleno e firme confiando na proteção da Divina Providência, empenho, junto aos homens de bem as nossas, coragem e sagrada honra por interromper esse suposto maléfico exercício de imoralidade.

Lucien Paulo

publicado em 30 de Julho / 2011 às 23:00

ESPAÇO DO LEITOR: A VINDA DO GOVERNADOR X MÃOS DADAS (Drummond)

Quais são os critérios para ser um bom político? Ter uma boa oratória ou ser filho do Rei? Correr atrás do governador seria também ser um bom político, ou ter um bom partido? Como assim partido? Quem ali tinha algum partido? Todos os políticos numa mesma direção.

Momentos de encontrarmos bons amigos e pousar para fotos juntos. Política. Extremamente sóbria e embriagada. Vi olhares oriundos de imperfeições, sujos como as mentes de muitos e importunos como o lixão. Pude cumprimentar autoridades, ter contatos com empresários, falar sobre a Feira seria mais interessante, já que o momento era pra isso, se não fosse o que eu ouvi perante o governador.

Vem na cidade, nos prestigiar com sua visita, tem seu valor perante Juazeiro e aí se vê pressionado por um e outro, pessoas oportunistas, visando o bem estar de determinados políticos, puxando em seu colarinho e dizendo mazelas descabidas que sujam a imagem de nossa cidade com gananciosos e vaidosos pensamentos hostis, acreditando que torcer por Juazeiro é estar no poder dele. Falta de ética e compromisso, falta de educação, mas essa vem de berço, não é para todos.

Pois bem, pude ver também momentos de aplausos e elogios que revigoram e nos orgulham de continuar lutando por Juazeiro. Falas positivas e enérgicas que foram bem ditas e ouvidas.  Rodas de negócios, investimentos acontecendo. Pessoas sorrindo e vibrando para que bons fluidos acontecessem para melhorarmos as necessidades de nossa cidade.

Sabemos sobre as diferenças partidárias, mas não se preza mais o bem estar de Juazeiro. Se o prefeito não é de meu time eu não torço. Se o deputado é flamenguista eu sou vascaíno. E assim por diante. O que adianta falar em amor se o que eu tenho é ódio. Será que estamos no fim do mundo onde nada acontece ou as pessoas estão mais egoístas?

Eu não posso falar com A porque B não entenderia. O que é isso? Onde estamos? Não podemos ter mais amigos políticos? É isso? Torcer por Juazeiro, só se meu time estiver ganhando? Pois é, meu tempo é outro. Como dizia Carlos Drummond de Andrade em seu poema Mãos dadas, “o tempo é a minha matéria, do tempo presente, os homens presentes, a vida presente.” 

 Carla Lorena Pesqueira Macedo Maia

Mãos Dadas

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas. 

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.

O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente. 

(Carlos Drummond de Andrade)

publicado em 29 de Julho / 2011 às 23:20

UTILIDADE PÚBLICA: POR QUE PASSARINHOS NÃO BICAM CARAMBOLA?

Isto é verdade. Pois infelizmente um conhecido nosso veio a falecer depois que comeu carambola. E ele não sabia e tinha um problema renal...

A Câmara de Vereadores da cidade de Jaú, no interior de São Paulo, aprovou por unanimidade um projeto do vereador José Mineiro de Camargo (PSB) que obriga estabelecimentos como lanchonetes, bares, restaurantes, hospitais e repartições públicas municipais a afixarem cartazes alertando para o risco do consumo da carambola e do suco da fruta.

A carambola tem uma toxina que pode matar portadores de insuficiência renal. A lei, que também estabelece aos donos de estabelecimentos que evitem a venda da fruta a pessoas que tenham complicações renais, vigora há menos de dois meses.

"É mais um alerta do que uma proibição às pessoas que têm insuficiência renal, para que não venham a sofrer as conseqüências. A carambola tem uma neurotoxina que, se não for filtrada, vai direto para o sangue. Se o paciente portador de insuficiência renal comer a fruta, ele deve contar ao médico, pois corre o risco de entrar em coma e morrer, se não fizer hemodiálise. O rim normal filtra a toxina", afirmou o vereador. Depois de contar que pesquisou o assunto, Camargo disse que os diabéticos também correm risco e que 99% da população desconhece os danos causados pela carambola.

O médico Eduardo Martins Rebec, nefrologista do setor de hemodiálise da Santa Casa de Jaú, confirma o risco no consumo da fruta. "Há risco de morte, sim. O rim de quem tem insuficiência renal não consegue eliminar a toxina, que se acumula no sangue e acomete o sistema nervoso central. Se o portador de insuficiência renal ingerir a carambola, pode ter convulsões e entrar em coma com risco de óbito", alerta. Para remover a toxina, é feita uma hemodiálise de urgência.

ATENÇÃO: O ASSUNTO É MUITO SÉRIO

"Soube da periculosidade da carambola quando, em janeiro de 2010, minha esposa esteve internada no Hospital  Albert Einstein, em São Paulo. Na prescrição de sua dieta,  estava explicitamente recomendado que pacientes portadores de insuficiência renal   não deveriam consumir esta fruta."

Moacyr Mansur

publicado em 29 de Julho / 2011 às 08:10

ESPAÇO DO LEITOR: “RODEIO USA PLACA FEDERAL PARA SINALIZAR LOCALIZAÇÃO DO EVENTO”

Amigo Geraldo,

Estou enviando essas fotos que demonstram mais uma vez que membros do governo do município têm o poder de fazer o que bem entende na cidade, inclusive, desrespeitar as leis. Ou melhor, agindo com dois pesos e duas medidas.

Quem não se lembra da matéria postada aqui mesmo no Blog, quando prepostos da prefeitura interditaram uma barraca de lanches no Alto do Cruzeiro, cuja proprietária tirava dali o seu sustento e da sua família, alegando área de domínio público.

Pois bem, com esse evento do “Rodeio Music” que está ocorrendo em Juazeiro, evento particular de pessoas amigas e ligadas diretamente ao prefeito, os produtores deitam e rolam na cidade e não são penalizados pela secretaria ou setor de postura que deveria fiscalizar esse tipo de atitude.

Refiro-me ao fato da produção do “grande evento” utilizar uma placa de sinalização numa das giratórias de Juazeiro, de responsabilidade do DNIT (órgão federal) para publicitar ainda mais o rodeio.

Com certeza se fosse um evento, organizado por outras pessoas os prepostos da administração já teriam retirado a propaganda à força. Lembro ao DENIT que isso é irregular e que eles tomem providência, pois essa placa está localizada em contorno de uma rodovia federal.

Onde vamos parar com esse governo? Enquanto isso os bairros mais humildes sofrem com o abandono da administração. Que vergonha!

RUDINEI SILVA- JOÃO PAULO II

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