Blog do Geraldo José - Após solicitação da deputada Dulcicleide Amorim, Secretaria de Saúde do estado esclarece reclamações sobre ausência de vacinas antirrábicas em Petrolina
Vale do São Francisco - 22 de Fevereiro de 2019
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Redação: (74) 3613-3479
publicado em 10 de Fevereiro / 2019 às 10:00

Após solicitação da deputada Dulcicleide Amorim, Secretaria de Saúde do estado esclarece reclamações sobre ausência de vacinas antirrábicas em Petrolina

Após alguns moradores reclamarem, em rádios de Petrolina, da falta de vacinas antirrábicas nos postos de atendimento, a deputada estadual Dulcicleide Amorim entrou em contato com a Secretaria de Saúde de Pernambuco. A equipe do secretário André Longo se mostrou preocupada e esclareceu, através de nota, a situação. Segue nota na íntegra:

NOTA DA SECRETARIA DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SOBRE O FORNECIMENTO DE VACINAS ANTIRRÁBICAS 

A Secretaria Estadual de Saúde (SES/PE) informa que tem realizado a distribuição das vacinas antirrábicas de forma estratégica para os municípios com o intuito de evitar o desabastecimento. Importante destacar que o insumo é encaminhado aos Estados brasileiros pelo Ministério da Saúde (MS), que tem mandado remessas abaixo da necessidade real de Pernambuco. Já a organização dos locais de atendimento para a população é de responsabilidade municipal.

Durante todo o ano de 2018, foram encaminhadas para Pernambuco 84,7 mil doses da vacina antirrábica, uma média mensal de 7 mil doses. Neste ano, foram 8 mil (média de 4 mil/mês). Contudo, o Estado precisa de 10 mil/mês. Por isso, a Secretaria tem distribuído o imunizante para os municípios de acordo com a necessidade e após criteriosa avaliação. Em relação à Petrolina, uma nova remessa chegará à cidade na próxima semana. 

É importante destacar, ainda, que, conforme documento do Ministério da Saúde enviado aos Estados em 2015, o uso da vacina antirrábica e, se necessário, o soro antirrábico, prioritariamente, deve ser feito nos casos de agressões/acidentes relacionados a gatos, cães, morcegos e outros animais silvestres. A avaliação médica de cada caso é indispensável para averiguar a necessidade ou não do uso da vacina. Isso é fundamental para evitar a ocorrência de casos de raiva humana e o desabastecimento dos imunobiológicos na rede de saúde.

Ascom Dep. Dulcicleide Amorim
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