Blog do Geraldo José - Espaço do Leitor
Vale do São Francisco - 26 de Junho de 2017
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Redação: (74) 3613-3479

Espaço do Leitor

publicado em 25 de Junho / 2017 às 23:00

ARTIGO – SAI QUADRILHA... ENTRA QUADRILHA!

Nos bons tempos que marcaram várias gerações, e fizeram a alegria quase ingênua de muitos sorridentes nordestinos, a tradição cultural das Quadrilhas enchia de beleza e encanto os festejos de S. João na maioria das cidades do interior e em algumas capitais do Nordeste. Hoje, apenas algumas cidades como Caruaru e Campina Grande, e algumas outras poucas cidades, profissionalizaram esse tipo de festa regional com quadrilha presente como item turístico principal - e isso é bom porque preserva a cultura -, enquanto a geração atual pouco conhece ou só vê em “flashes” isolados da televisão, neste período de junho!

Lembro-me com certa nostalgia dos bons e saudosos tempos de Uauá, em que logo após a novena ao Padroeiro, o povo, disciplinadamente, já se postava em torno da quadra para o “Concurso de Quadrilha”, onde concorriam escolas e colégios da sede e do interior, todos imbuídos de uma pura vibração em defesa do nome da sua escola. Somente após anunciado o resultado da sadia competição pela Comissão Julgadora, a primeira banda se preparava para o início do forró junino da noite, que se prolongava até a Alvorada das 05:00h da madruga, aí já abrindo o novo dia. Dentro desse harmonioso clima o São João era marcado por intensa animação durante 10 dias, ou seja, de 15 a 24 de junho!

Essas tradições culturais, contudo, se não contarem com o interesse dos governos municipais, a tendência é a sua progressiva extinção, já acontecendo em muitas cidades, cujas tradições vêm sendo substituídas por shows sertanejos ou não, recheados com o complemento das belas bailarinas “calorentas”... É a modernidade que chega atropelando a história cultural das cidades.

Mas, caro leitor, como tudo nessa vida sofre um processo de aperfeiçoamento para o bem ou para o mal, essa quadrilha saiu do cenário e deu lugar ao surgimento de outras quadrilhas! Enquanto uma, além da leveza da dança e da simplicidade, tinha o comando do eficiente “Marcador de Quadrilha”, outras agem nos bastidores e atuam nas sombras da indecência com as mãos sujas sobre o dinheiro público. Competentes na gestão da indústria das propinas, possuem, também, o comando profissional de vários “Chefes de Quadrilha”! Uma triste e dolorosa substituição, com poder avassalador no rompimento dos valores morais e culturais da nossa sociedade.

 Assim como na fase imperial dividiram o nosso território em “Capitanias Hereditárias”, os nossos “reizinhos” modernos lotearam o Patrimônio Público, os Ministérios, as Estatais e os Fundos de Pensão entre algumas Quadrilhas organizadas, e sob a coordenação criminosa e manipuladora dos Partidos grandes, e até dos chamados “nanicos”! Esse comportamento desmoraliza e enfraquece a nossa democracia.

Como resultado das muitas delações oficializadas que se tem visto, uma verdade tem se evidenciado na formação dessas muitas facções criminosas do colarinho branco, caracterizadas pela perfeita estrutura organizacional composta de Chefe, Diretor, Tesoureiro e, como não poderia faltar, o Doleiro, encarregado de migrar enormes somas de dólares para os Bancos internacionais! É uma máquina que funciona de maneira invejável e devidamente politizada, tão importante que até parlamentar deixa de desempenhar a sua função institucional de legislar para a qual foi eleito, para assumir o papel vergonhoso de fantoche do esquema criminoso!

Esses eventos festivos têm o condão de encaminhar essas tragédias para os escaninhos do esquecimento, enquanto os três Poderes da República se digladiam na montagem dos esquemas de ataque e defesa.

Essas reflexões devem contribuir de maneira positiva para uma reorientação dos novos rumos que pretendemos para o nosso País, com o fortalecimento da esperança e do otimismo de que algo possa surgir do além, ou daqui mesmo, para despertar as consciências doentias dos nossos políticos e autoridades constituídas.

AUTOR: Adm. Agenor Santos, Pós-Graduação Lato Sensu em Controle, Monitoramento e Avaliação no Setor Público (Salvador-BA).

publicado em 25 de Junho / 2017 às 21:00

Espaço do Leitor: Lixo na calçada.

Bom dia,

Agradeço a pronta resposta da SESP com relação ão lixo acumulado nas calçadas da rua Caminho da Codevasf. Piranga. Porém quero ser mais claro, o que temos acumulado não é lixo doméstico (que vem sendo regularmente recolhido) e sim entulhos de obras, limpeza de jardins e outros matériais jogados irregulares nas calçadas,  infelizmente por pessoas com pouca educação pública. Ainda sexta-feira (23), limpei a  calçada em  frente de minha casa e mesmo assim jogaram novos entulhos !

Vejam mais fotos com detalhes. 

Luiz Fernando de Carvalho Reis 

publicado em 24 de Junho / 2017 às 23:00

ESPAÇO DO LEITOR: O MERCADO DO PRODUTOR E SUAS MAZELAS

Caro Geraldo,

Ontem, ao entrar no Mercado do Produtor de Juazeiro, fui surpreendido com um aumento de 100 %, isso mesmo, 100%, no valor da tarifa de entrada. Aplica-se tal aumento escorchante, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E nossos representantes, os Vereadores, continuam assinando embaixo de tudo que o Executivo aplica. E o povo... que se exploda! 

Mas o caos, as mazelas, daquele importante centro distribuidor, continuam inalteradas, como a sujeira, desorganização e falta de fiscalização.
Vejam-se as fotos, anexas, das barracas de varejo de frutas e verduras: os permissionários não só invadiram a calçada, como a própria via, na saída do Mercado, impedindo que seus próprios clientes e fornecedores estacionem sem dificultar a saída de veículos, inclusive caminhões e carretas que por ali transitam.

Já falei com os responsáveis pelo setor inúmeras vezes, com todos eles prometendo que "os permissionários já foram notificados e, na semana que vem, removeremos os obstáculos e poremos ordem no local". Mas a "invasão" continua lá, incólume e "imexível". O usuário, mesmo o cliente, que paga caro para entrar, que se vire.

Quando a autoridade não impõe a ordem, não faz cumprir as regras, a coisa vira desordem, bagunça, com cada um fazendo que lhe apeteça; infelizmente, é o que acontece no Mercado do Produtor, a despeito do "pequeno" reajuste de 100% na tarifa de entrada.

Zoroastro Cedro - Zoró. - Cansado de ser espoliado.

publicado em 24 de Junho / 2017 às 07:00

QUEBRA-MOLAS NA BR 235, ENTRE PETROLINA E CASA NOVA, IRRITA CONDUTORES DE VEÍCULOS

Olá Geraldo,

Gostaria de expor a minha indignação, como também a de diversos motoristas que transitam na BR que liga Petrolina/PE a Casa Nova/BA.

Nas imediações das casas populares (Minha casa minha vida), em Santana do Sobrado, foram construídos diversos quebra-molas totalmente irregulares e em desacordo com os padrões estabelecidos pelo DNIT, e o pior, sem nenhuma sinalização vertical.

Tal fato vem ocasionando acidentes e prejuízos aos motoristas, visto que, como dito acima, a falta de sinalização faz com que os carros literalmente "voem" sobre os quebra-molas, causando prejuízos e provocando acidentes, especialmente no período noturno.

Gostaria que as autoridades atentassem para essa aberração e total falta de obediência às leis e resoluções dos órgãos de trânsito.

Esperando solução imediata.

Morador de Casa Nova

publicado em 23 de Junho / 2017 às 23:00

Ainda não somos nem povo e nem Sociedade Civil

No Brasil não temos absolutamente nenhum tipo de povo no sentido mais político da palavra, o que temos na realidade é uma sociedade formada por uma grande massa de gente manipulada culturalmente por poucos que detém os instrumentos formadores de opinião. Não temos absolutamente nenhum tipo de sociedade civil no sentido mais literal da palavra, o que temos na verdade são grupos de interesses, que organizados em torno da luta por direitos econômicos pautam os governos e as estruturas empresariais por melhores condições salariais e de trabalho decente propriamente dito.

Mesmo assim, por mais que iluminados do mundo da intelectualidade conservadora queiram dizer o contrário, temos sim a noção prática de direita e esquerda na política. Na realidade existe direita e esquerda política e uma grande massa da população que não tem a mínima noção da disputa permanente pelos aparelhos do Estado para controlar exatamente os instrumentos políticos e os próprios recursos públicos.

A esquerda é sempre menor no sentido de números, pois é composta por dirigentes partidários, lideranças sindicais e do movimento popular, e intelectuais orgânicos de instituições governamentais, não-governamentais e nos meios acadêmicos, mas carece de números como se comprova pela própria necessidade de lideranças políticas capazes de inclusive substituir a grande carência política-eleitoral que todos têm da figura de Lula.

A direita ao contrário, é formada por um conjunto da população, especialmente dentro da classe média que estuda mais as teses que defende ou até mesmo é influenciada pela imprensa tradicional que a massa não ler, mais repete. Por mais que atores do campo da esquerda não queiram aceitar essa tese, mas a massa que ainda não é povo não acompanha projetos políticos que a coloca no centro do debate, melhor dizendo, que coloca a mesma dentro do orçamento do Estado. A massa em si acompanha em determinados momentos os líderes carismáticos, e nada mais do que isso.

Prova mais contundente de que ainda não temos sociedade civil e nem povo no sentido mais político da palavra é que a sociedade brasileira está mais preocupada e ocupando as ruas em função da não aprovação da Reforma da Previdência, mas não está literalmente muito preocupada com desastre da Reforma Trabalhista. 

Enquanto isso, a direita brasileira está utilizando a seu bel-prazer seus instrumentos de influência cultural para convencer, e está conseguindo fazer isso com a massa de gente, de que as reformas são necessárias, exatamente porque a esquerda também não tem instrumentos de comunicação que atinjam os mais periféricos locais aonde vive a grande massa populacional que somente recebe como informações políticas, as opiniões de beócios como Fausto Silva e Willian Bonner.

O Movimento Sindical e o movimento social nessa conjuntura precisam de fato criar novos instrumentos que não sejam apenas para atingir seu público alvo, que são os trabalhadores em cada categoria isolada, mas construir processos para está no meio do povo como classe em si contra uma pequena minoria conservadora que não quer de modo nenhum, como a história comprova, dividir os privilégios do Estado com o resto da sociedade. 

É principalmente o Movimento Sindical que deverá servir de instrumento para que a sociedade civil possa existir e que a massa de cidadãos e cidadãs brasileiras tenha a exata consciência de que deve ser povo no sentido mais político da palavra, porque senão retrocederemos dezenas de anos atrás. E a direita brasileira não está brincando de fazer política, ela está fazendo.

No contexto atual da sociedade brasileira, apenas as organizações sindicais e os movimentos sociais podem parar a tese da criação da pobreza para existir como necessária "coisa em si", no sentido mais literal da palavra, como defendem aqueles que comungam por causa de seus interesses particulares das idéias do Consenso de Washington. Ou se faz isso ou sucumbiremos a condição de sociedade colonizada cultural, política e economicamente que fomos durante muitas dezenas de anos atrás!

Por Genaldo de Melo
publicado em 23 de Junho / 2017 às 14:30

MORADORA PEDE PROVIDÊNCIAS EM RELAÇÃO A TERRENO QUE ESTÁ SE TRANSFORMANDO EM LIXÃO NO PIRANGA I

Boa tarde Geraldo,

Meu querido gostaria que você comunicasse sobre um lixão em frente a minha casa para que o dono tomasse uma providência. Ele está localizado na primeira rua do bairro Piranga I, onde ouvi dizer que o dono já tem é casa no terreno ao lado. São casas da caixa, porque ele não toma uma providencia em fazer também onde está o lixão. Seja lá quem for que apareça e tome uma providência, pois só ta faltando agora jogarem o lixo dentro da minha casa.

Desde já agradeço.  

Patrícia Xavier

publicado em 22 de Junho / 2017 às 23:00

O Brasil e os brasileiros estão 'no bico do urubu'

O Brasil está mais perdido que cego em tiroteio, enquanto o brasileiro, como um cão sem dono, se encontra mais atônito que cachorro que caiu de caminhão de mudança. Tais comparações entre o considerado melhor amigo do homem com a combalida população canarinho chegam a ser uma injustiça, por esses sujeitos serem na verdade, comumente, vítimas de um sistema perverso e pernicioso integrado e gerido por uma corja travestida, com exeções, de político.

Os números exibidos pela mídia, em todas as áreas, são cada dia piores. Queda (milionária) no número da contratação de trabalhadores formais, aumento de preços dos alimentos e de combustíveis como o gás de cozinha, falta de medicamentos e de materiais básicos em farmácias e hospitais públicos, cortes de recursos em programas de distribuição de renda, entre tantos outros pontos negativos anunciados e mostrados diuturnamente pela imprensa brasileira e internacional apontam que o Brasil passa por um dos seus piores momentos político e econômico, desde o início da Nova República, o período imediatamente posterior ao regime militar, época de exceção das liberdades fundamentais e de perseguição a opositores do poder (1964 – 1985).

Execrado, o brasileiro se tornou refém de uma máfia formada por integrantes de poderes que deveriam trabalhar para proporcionar o seu bem, mas que na verdade compactuam em benefício próprio e se comportam como Judas Iscariotes, conspirando contra aqueles que confiaram seus importantes e inocentes votos. Com o andar da carruagem, até mesmo o ateu apelará 'para Deus na causa'. Não havendo uma coalescência política entre os poderes constituídos (Executivo, Legislativo e Judiciário) e o povo, dificilmente se chegará a um denominador comum ou perto disto. Do jeito que está o Brasil e o brasileiro estão fadado ao 'bico do urubu'.

É inaceitável que os cúmplices decidam por algo que tenham corroborado para acontecer. As raposas não convencerão que a onça foi a responsável pelas mortes das aves no galinheiro. Na Constituição de 1988, logo no Artigo 1º, parágrafo único, diz: "Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição", ou seja, que o povo é detentor de todo o poder e o principal responsável em proporcionar poderes aos seus representantes através do voto. 

A república é democrática a partir do momento em que há equidade no sufrágio. Se faz necessário resgatar todo o valor do primeiro artigo da Constituição, para garantir que as escolhas dos representantes de cargos eletivos sejam através de eleições diretas. A democracia exige.

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador

publicado em 22 de Junho / 2017 às 17:09

SAAE responde denúncias de leitores sobre falta de coleta de lixo nos bairros Alto da Maravilha e Piranga

Desde que assumiu a coleta e destino final dos resíduos sólidos (lixo) que o Serviço de Água e Saneamento Ambiental – SAAE/Juazeiro em parceria com a empresa Vale Norte, vem melhorando esse serviço em todo o município. A rota foi ampliada e novos caminhões compactadores adquiridos para atender toda a demanda. É preciso, no entanto, que a população também faça a sua parte colocando o lixo na rua, nos dias e horários definidos pelas empresas e evitem depositar em terrenos baldios.

Com relação a Rua Mestre Lula, proximidades do Alto da Maravilha, a coleta é feita todos os dias a tarde obedecendo a rota estabelecida pela empresa; já em Piranga o serviço é realizado em todo o bairro às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre na período da tarde.

publicado em 21 de Junho / 2017 às 23:00

LEITORES LEMBRAM O 21 DE JUNHO, DIA DA MÚSICA

O compositor juazeirense Carlos Maurício Dias Cordeiro (Mauriçola) relembrou o filósofo Grego Platão para registrar que hoje, 21 de junho, é o Dia da Música:

"Não se deve confiar em um homem que não tem a música na alma, porque o seu espírito é atrofiado, suas paixões desequilibradas, e a sua noção do certo e errado, sempre errada. A música é o princípio fundamental que preserva o mundo, de cair num caos de incoerência. Sem ela, a terra seria carvão consumido, e o céu, um punhado de cinzas mortas."  (Platão)

Salve 21 de junho, DIA DA MÚSICA.

Maurício Dias

.x.x.

Matheus Thiago Cândido fez uma abordagem sobre a decadência da Música Popular Brasileira. Confira:

A DECADADENCIA MUSICAL        

"A música brasileira está caminhando para a decadência"

Esta declaração foi colocada por Oswaldo Barbosa um musicólogo carioca após reflexões profundas sobre os dias atuais. Alias ,quase impossível encontrar alguém que nunca tenha ouvido uma frase similar a esta e que não tenha buscado comparações entre o antes e o agora, entre os anos 70/80/90 e o momento atual.

Exemplo inquestionável disto é o  forró, gênero musical intrinsicamente ligado ás raízes nordestinas e que notabilizou gênios como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Anastacia, Jackson do pandeiro e tantos outros. O forró vem sofrendo uma involução cultural assustadora e tenebrosa, hoje ele faz parte de uma indústria que lhe traveste e por meio da qual são criadas e sustentadas formas de dominação na produção e na sua apreciação.

Um grupo de musica sertaneja eletrônica que teimam em chamar de forro, por exemplo, recorre a modelos musicais de rótulos fáceis, criando formas para a formatação de um sistema mecânico e direcionado de circulação musical. Nesta invenção, nada é feito ou produzido por acaso. Tudo viraliza em redes sociais e toca diuturnamente nas rádios, paredões, em bares e festas. Em uma pesquisa acadêmica realizada por um professor universitário do Rio Grande do Norte que analisou o conteúdo das letras dos cinco primeiros álbuns de um cantor de enorme sucesso do genero  constatou-se  que 65% das músicas falam de adultério-traição, 36% de sexo e 26% de festas e bebedeiras

Baladas regadas a Wisck, caminhonete 4×4 e mulheres se tornou um emblema de status e prestígio para muitos os adeptos deste estilo de musica e letra .

Parte do estudo feito pelo professor e retratada fielmente em sua pesquisa, constatou que a maioria destas musicas veiculadas na mídia comercial traz a ideia de que a verdadeira felicidade acontece no meio da raparigagem , nas baladas e virotes.

Não mais se  trabalha a concepção de uma música acreditando plenamente que se está criando  uma mensagem , um poema, mas sim um produto comercial a um mercado agressivo e muito paradoxal: nestas musicas a pessoa deve ser igual e diferente ao mesmo tempo,  ou seja, a musica deste  mercado induz até à padronização de comportamentos. Roupas iguais, bonés com iniciais dos artistas, óculos, som alto nos fundos dos carros- paredões- e ate determinada marca de wisck e energético fazem parte do kit. Passam a ideia clara que os únicos moveis do cotidiano é: sexo, bebidas, amor, prazer e diversão. Esse " estilo industrializado" de "proveta",  sabe muito bem usar desse artifício para entrar no subconsciente popular, não é por acaso que as relações sexuais regadas a bebidas são tão bem exploradas pelas canções de maior apelo comercial.

É dentro desse contexto de consumo de massa que as musicas industrializadas invadem  para consumidores deste estilo que crescem diariamente. Sobrando, alias, pouco ou nenhum espaço para os nomes consagrados do verdadeiro e autentico forró.

O velho Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do pandeiro felizmente nos deixaram vivos seus rastros musicais  (Targino, Flavios, aldemarios, Elbas, novinho da Paraíba, Ednaldo Fonseca, Jorge de altinho, alcimar ...) e assim vamos resistindo e aprendendo a conviver com conceitos e gostos divergentes sem ferir e rotular, somente analisando o que poderá vir depois das tempestades.

MATHEUS THIAGO

Amigo da boa musica

publicado em 20 de Junho / 2017 às 23:00

Artigo: LIBEROU GERAL

Pensamos nós, que somos míseros mortais, nem somos superiores, muito menos supremos, conforme ouvimos há algumas semanas de um Ministro do STF, com todas as letras, que eles são supremos! Aí gera nas pessoas de inteligência mediana a seguinte indagação: “- Por que alguém que deveria zelar pelo exato cumprimento das Leis, acha-se superior a elas?”

Certos homens quando doam-se ao Justo e ao Direito, quando entregam-se de corpo e alma a perscrutarem os meandros da Justiça, suas nuances, sua Hermenêutica, (palavra tão em voga no momento, que nada mais significa que a ciência da interpretação da norma jurídica) e a empregam bem, sem deixar que o peso da balança do equilíbrio moral, do qual eles devem ser possuidores, conduzam-no para este ou para aquele lado, tornam-se verdadeiros Luminares da Ciência de Licurgo de Esparta.

Porém, quando interesses inconfessáveis falam mais alto que a  razão, eles se tornam criaturas perigosas, porquê dominadoras do direito, sem a devida observância do alto posto que galgaram; sem fás, sem nefás, estão introduzindo as pernas pelas mangas e nem a fama, e nem o status do cargo que eles alcançaram, servem-lhes de “Clausula de barreira”.

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publicado em 20 de Junho / 2017 às 15:15

Espaço do Leitor: SAAE responde denúncia de leitora sobre esgoto estourado no bairro São Geraldo

O Serviço de Água e Saneamento Ambiental – SAAE/Juazeiro trabalha diariamente com 11 equipes nos serviços de manutenção da rede coletora de esgoto, limpeza e recuperação de pontos de visita, de acordo com a programação registrada no nosso sistema. Todo serviço, sugestão ou reclamação deve ser feito pessoalmente no balcão do setor comercial, no Centro da cidade ou através do telefone 3614-9800. Assim sendo, temos como deslocar a equipe mais próxima do problema a ser resolvido. No caso da Rua do Aveloz no Bairro São Geraldo, a última chuva pode ter provocado a poça de água, entretanto uma equipe estará no local nesta terça-feira para fazer a devida limpeza.

publicado em 20 de Junho / 2017 às 12:00

ESPAÇO DO LEITOR: MORADOR FAZ APELO EM FAVOR DO BAIRRO DA CODEVASF.

Caro Geraldo,

Venho através deste meio de comunicação, que por sinal é de boa credibilidade, fazer um apelo ao órgão responsável pela pavimentação das ruas em Juazeiro-BA, em nome de todos os moradores da Rua do Progresso no Bairro Codevasf.

O problema exposto é o seguinte: foram pavimentadas as ruas da Vegetação, da Alegria e do Estudante; todas elas são adjacentes à rua do Progresso. No entanto, na Rua do Progresso começaram o processo de pavimentação, porém não concluíram.

Cabe lembrar que a citada rua é receptadora e drena as águas das demais em caso de chuva, por isso precisa-se que a obra seja concluída, uma vez que, a não conclusão deixará os moradores com relevantes problemas.

Além disso, por não estar pavimentada os condutores de veículos automotivos passam em alta velocidade e levantam poeira, prejudicando a saúde dos moradores desta rua. Nada contra a Administração Pública é apenas só um pedido. 

Irlan Silva

publicado em 20 de Junho / 2017 às 08:24

Espaço do Leitor: Entupimento da rede central de esgoto no bairro São Geraldo.

Olá Geraldo,

Estou escrevendo para seu blog por que além da seriedade que tem, o grande números de acesso dos internautas e também por ser conhecido como a melhor secretaria do governo tanto de Isaac como agora de Paulo Bomfim, pois tudo que aqui é postado logo é resolvido.

Pois bem, sou moradora do Bairro São Geraldo, mais precisamente da rua do Aveloz, que há mais de  15 dias, eu e os outros moradores da rua estamos sofrendo com as milhares de muriçocas que apareceram devido a um esgoto da rede central  estourado em frente a casa de um morador que foi candidato a vereador e é da equipe do governo. Em conversa com o vizinho, na ocasião, o mesmo  relatou que já havia solicitado a equipe do SAAE, inclusive, ao Diretor da Autarquia, a vinda a rua para resolver a situação, e mesmo assim a solicitação do colega que é da equipe do governo não foi atendida, imagina de nós pobres mortais.

Então Geraldo, fica aqui a minha indignação e dos demais moradores que estamos sofrendo com o mau cheiro e os bilhões de muriçocas que apareceram mais por causa do esgoto.

Faço esse apelo aqui para que o Sr. Joaquim Neto tome uma providência e por favor socorra nós, moradores. Não estamos pedindo nada demais, é nosso direito por que pagamos por esse serviço. Obrigada!

Aline Silva

Foto de arquivo do Blog
publicado em 19 de Junho / 2017 às 15:29

Artigo: VIVENDO, SOFRENDO E APRENDENDO...

“Foto de 1996. Meninos de rua tentando se aquecer nos respiradores de saída de ar quente do metrô de São Paulo”.

Quando vi essa imagem acima descrita tomei um sustão. Depois que li do que se tratava fiquei ainda mais chocado, mas essa é a mais pura realidade de quem vive à margem da sociedade, da vida e de tudo... Feliz é você que está lendo esse texto porque milhões estão procurando um pedaço de papel e um lápis para aprender a escrever e não encontram... Feliz somos nós que estamos do lado de cá, tendo, ainda que seja pouco, um bocado para nos alimentar, além de cobertores adequados à intensidade do frio!

Difícil entender as regras que a vida nos impõe, onde temos que passar por poucas e boas. Onde temos que assistir, impotentes, aos saqueadores dos trocados ganhos com o nosso suor, ou ainda, temos que passar por certas e incertas, muitas vezes sofrendo e comendo o pão seco e amassado, do dia anterior...

Essa é a vida de quem escolheu trilhar cegamente nos caminhos da honestidade e da verdade, assim tem sido a vida de quem faz a opção pelo caminho reto sem dá margem a ninguém apresentar absolutamente nada desabonador contra si... Ainda que seja um sofredor, consegue dormir o sono reparador dos justos!

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Acord@dinho – Apaixonado por Juazeiro e leitor assíduo do blog.
publicado em 19 de Junho / 2017 às 11:25

Artigo - Saúde sem sedentarismo

Nos últimos anos, houve grandes avanços na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Em uma única década, a morte por doença cardíaca e derrame cerebral diminuiu 30% e 35%, respectivamente, graças a terapias avançadas, esforços antitabagismo e detecção precoce de fatores de risco como hipertensão e colesterol alto. No entanto, a doença cardíaca continua a ser a principal causa de morte para homens e mulheres. É a doença mais cara hoje, tanto em termos de despesas médicas quanto na perda de produtividade.

Nós podemos fazer mais. A Associação Americana do Coração traz como meta a melhora da saúde cardiovascular de todos os americanos em 20%, reduzindo as mortes por doenças cardiovasculares e acidentes vasculares cerebrais por outros 20%. A estratégia para atingir esse objetivo é aumentar o número de pessoas com saúde ideal. São sete métricas: manutenção de um peso saudável, obtenção de atividade física, seguindo uma dieta saudável, não fumar, prevenir o diabetes, controle do colesterol e a pressão sanguínea. Hoje, menos de 1% dos adultos atendem aos critérios de saúde cardiovascular ideal.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a inatividade física é agora o quarto principal fator de risco para a mortalidade, estimado 3,2 milhões de mortes por ano. A evidência mostra que a falta de exercício é fator de risco para diabetes, doenças cardíacas, alguns tipos de câncer e até mortalidade por outras causas. Comprova-se, portanto, o efeito nocivo dos altos níveis de sedentarismo ao longo do dia.

A ingestão de calorias no Brasil e no mundo é muito alta e certamente contribui para a obesidade. Aliado a isso, tem-se a redução dramática na atividade física total e no gasto de energia, o que passa a ser o principal contribuinte para este aumento contínuo da obesidade (como também, diabetes e baixa saúde cardiovascular).

Na sociedade moderna que vivemos não é difícil nos depararmos com atitudes que favorecem o sedentarismo: Drive-Thru para café, banco e comida; Escadas rolantes motorizadas; Computadores, e-mail, compras on-line (incluindo alimentos). Não podemos deixar de ter em mente que nos exercitar sempre será importante.

Na verdade, a aptidão cardiorrespiratória é um dos mais fortes, se não o mais forte, preditor de boa saúde e longevidade. Atualmente, é recomendável que os adultos obtenham, pelo menos, 150 minutos por semana de exercícios de intensidade moderada (marcha rápida). E realizados em períodos de pelo menos 8 a 10 minutos. Além do exercício, são necessários esforços para reduzir o comportamento sedentário.

Hoje, 70-80% das ocupações são consideradas "sedentárias". Se você tem um emprego sedentário, não se plante na frente da TV quando chegar em casa. Em vez disso, desenvolva programas para o bem-estar. No local de trabalho, organize reuniões itinerantes, mexa-se!

Saúde e cuidados de saúde são aspectos cruciais da qualidade de nossas vidas. Portanto, comece hoje a melhorar a sua. Sem dúvida, as mudanças trarão excelentes resultados a curto, médio e longo prazo. Agora que você leu este artigo, dê uma volta. Seu coração irá agradecer.

Tiago A. Fonseca Nunes

tiagofonsecanunes@gmail.com

publicado em 19 de Junho / 2017 às 09:29

ESPAÇO DO LEITOR: CHUVAS CAUSAM TRANSTORNOS NO MONTE CASTELO.

Bom dia Geraldo,

Venho aqui mais uma vez pedir auxílio às autoridades competentes para o nosso bairro Monte Castelo, do lado do antigo barranqueiro 2, e proximidades ao Mercadinho Monte Castelo e Panificadora Castelo, em relação ao calçamento de nosso bairro, pois mais uma vez fomos pegos de surpresa pelas chuvas de sábado (17), causando lamaçal e dificultando o nosso tráfego. Gostaria de saber se a gestão atual tem planos para urbanização desse bairro e quando será?

Patrick Santos - morador do bairro.

publicado em 18 de Junho / 2017 às 23:00

ARTIGO - EDUCAÇÃO: O EXEMPLO DE UMA CRIANÇA SOFRIDA

Muito se tem dito que a corrupção, o nepotismo e o “jeitinho brasileiro´ não são invenções recentes no Brasil, mas que vem desde os primórdios do nosso descobrimento - afirmativa que corroboro plenamente -, mesmo porque há registros históricos de que na frota do nosso Descobridor Pedro Álvares Cabral veio o ilustre Escrivão Pero Vaz de Caminha, que não só cuidava do diário de bordo, onde registrava as descobertas que iam acontecendo, mas, zelosamente, numa das cartas ao Rei Dom Manuel interferiu para que libertasse da prisão o seu genro, condenado ao degredo na Ilha de São Tomé, por roubar uma igreja e ferir o padre. Ou seja, desde aquela época um certo Sr. Caminha já não caminhava pelos bons caminhos...!

Vejam o trecho final da carta, no qual o cronista faz o seu pedido carregado de adulação ao Rei: “E pois que, Senhor, é certo que tanto neste cargo que levo como em outra qualquer coisa que de Vosso serviço for, Vossa Alteza há de ser de mim muito bem servida (...bajulador nato!), a Ela peço que, por me fazer singular mercê, mande vir da ilha de São Tomé a Jorge de Osório, meu genro, o que d’Ela receberei em muita mercê. Beijo as mãos de Vossa Alteza. Deste Porto Seguro, da vossa Ilha da Vera Cruz, hoje, sexta-feira, 1º dia de maio de 1500”. Há versões que dizem ter sido um pedido de emprego para o genro, no que seria o começo do nepotismo! Sendo verdadeira a versão do preso, aí teve início o “jeitinho brasileiro”, hoje usado com muita frequência, só que a alçada agora transferida aos nossos Supremos Tribunais, e outros tais.

O Pero Vaz deixou um legado tão bem assimilado pelas gerações futuras, que os lambe-botas de hoje aperfeiçoaram o hábito de tal forma que um Deputado Federal se predispõe ao ridículo papel de “menino de recado” do Rei e, vergonhosamente, se disponibilizou para ir a uma pizzaria receber uma mala com 500 mil reais de propina, correndo desconfiado para fugir dos olhares e sem saber que estava sendo filmado, propositalmente. E assim, caiu na isca e na lama, oxalá não seja para sempre. É de causar desprezo a humilhante imagem desse parlamentar baba-ovo fugindo com a mala do crime! Que exemplo indigno para a nossa sociedade! Prisão... é pouco!

Não obstante o véu de desonra que cobre o Brasil do presente, quando os atos de improbidade adquiriram especial refinamento, e fomos classificados pela Transparência Internacional, em Berlim, Alemanha, como um dos países mais corruptos do mundo, aqui ou acolá surge um exemplo isolado de dignidade, com um firme indicador de que a esperança de salvação deste país só poderá ser alcançada através da EDUCAÇÃO!

Refiro-me ao emocionante exemplo de grandeza demonstrado por uma criança de 8 anos de idade, a RIVÂNIA, vítima da enchente no município de São José da Coroa Grande-PE, cuja tragédia levou todos os bens materiais da família. Antes de embarcar na balsa que salvaria a neta e a avó, esta pediu à neta que fosse dentro da casa pegar apenas o essencial. Mas, para a surpresa da avó e de todo esse Brasil que teve acesso a esse valoroso exemplo, a menina foi e voltou veloz trazendo apenas a sua mochila contendo os seus livros escolares, a qual abraçava com muito carinho (vide fotos)!

Tamanho exemplo deveria causar vergonha aos nossos políticos e administradores, que tudo fazem para desviar verbas da Educação, enquanto essa garotinha passa a todos um recado sublime e de grande impacto, sugerindo que nos seus livros escolares estavam depositadas a confiança e a certeza da superação diante da tragédia, e a perspectiva de uma vida melhor, que certamente terá!

De todos esses bilhões de reais desviados para a suja propina, se 10% fosse aplicado na melhor remuneração dos profissionais do ensino, na melhor estruturação das escolas precárias hoje existentes pelo interior e no reforço da Merenda Escolar – para muitas crianças o único alimento que dispõem no dia -, com certeza estaria sendo construído um Brasil de melhor índole para o futuro!

AUTOR: Adm. Agenor Santos, Pós-Graduação Lato Sensu em Controle, Monitoramento e Avaliação no Setor Público (Salvador-BA).

publicado em 18 de Junho / 2017 às 08:00

“Faça o que eu digo, não faça o que eu faço” parece ser o lema do senador Fernando Bezerra Coelho, diz vereador

Ao ver matéria em que o Senador Fernando Bezerra afirma que “Veio alguém administrar Petrolina e a cantiga era vender o estádio, o Ceape”, fui pesquisar sobre vendas e doações de áreas públicas de Petrolina para ver de qual ex-prefeito o senador estaria falando, e qual não foi a surpresa ao verificar que o Senador falava dele próprio e não de Julio Lossio, como a imprensa local imaginou.

No evento com o ministro interino da Agricultura, na terça-feira, 13 de junho, em Petrolina, sem citar nomes, o senador Fernando Bezerra Coelho aproveitou o seu discurso para fazer duras críticas à gestão do ex-prefeito Julio Lossio, o que me levou a fazer uma reflexão sobre o estilo de cada um administrar e o cuidado de cada um com as áreas públicas.

Todos sabem que Julio Lossio vendeu áreas públicas com autorização legislativa, inclusive de vereadores ligados à Fernando Bezerra, com ampla divulgação e com participação democrática, cujos recursos decorrentes de tais vendas foram destinados à construção de AMES, pavimentação, quartel da Guarda Municipal, vários Clubes do Bairro, Canal do Pedro Raimundo, entre outros. Nesse caso, o patrimônio público, antes devoluto, foi convertido em patrimônio público, porém, com verdadeira utilidade pública e a serviço da melhoria na qualidade de vida da população de Petrolina.

Já o ex-prefeito Fernando Bezerra, nas suas três passagens pela Prefeitura de Petrolina, literalmente, fez aquilo que hoje acusa o ex-prefeito Julio Lossio: dilapidou o patrimônio público fazendo infinitas doações de terrenos a entes privados, empresas, amigos, entre outros. Numa pesquisa rápida na legislação de Petrolina, podemos encontrar 196 leis de doações e alienações de terrenos, em seus quase dez anos de mandato de prefeito. Inclusive, o senador Bezerra foi alvo de investigações pelo Ministério Público Federal e pela SPU - Secretaria do Patrimônio da União por irregularidades na venda de terrenos que passaram a integrar o seu próprio patrimônio, mais especificamente, um terreno onde foi construído o Hotel Íbis, de sua propriedade e de sua família, bem como o terreno em que foi construído o River Shopping, como foi amplamente noticiado em blogs da região e na mídia nacional (Quer Saber Política?, Folha de São Paulo, entre outros).

Sobre os recursos oriundos da venda dos terrenos municipais na gestão de Julio Lossio, todos sabemos onde estão: AMES, Clube do Bairro, Canal, Pavimentações, entre outros. Já sobre os recursos provenientes do terreno vendido duas vezes (como o próprio Senador assumiu em nota ter vendido um terreno em seu primeiro mandato e “por equívoco” o mesmo terreno foi vendido novamente em seu segundo mandato), as áreas generosamente doadas "aos amigos" por meio das quase 200 leis municipais sancionadas em seus mandatos de prefeito, a população gostaria de saber o destino e quais valores desses recursos foram aplicados em prol da população de Petrolina.

De fato, há uma grande diferença entre o “Novo Tempo” e o “Velho Tempo”, que se confundem, e o “Tempo de Cuidar das Pessoas” que o prefeito Julio Lossio inaugurou em Petrolina.

Paulo Valgueiro

Vereador de Petrolina

publicado em 16 de Junho / 2017 às 23:00

Rupturas nos canais da Transposição

Roberto Malvezzi (Gogó)

Mais uma vez o canal do Eixo Leste da Transposição do São Francisco se rompeu nesse fim de semana. As imagens e vídeos da ruptura estão pela internet.

Diante desses fatos até mesmo o jornalismo paraibano começa questionar a qualidade técnica da obra realizada. Afinal, com os canais expostos há tantos anos ao sol do sertão, sendo remendados várias vezes, sempre restava uma interrogação sobre a funcionalidade desses canais e barragens.

Os responsáveis estão dizendo que a correção será feita rapidamente e que não há maiores problemas. Quem sabe seja verdade e o assunto morra aqui.

Mas, os sucessivos problemas apresentados desde seu curto funcionamento, comprometendo inclusive a chegada da água ao açude do Boqueirão, em Campina Grande, reforçam as dúvidas de quem já sabia das imensas dificuldades operacionais de uma obra desse porte, sobretudo a longo prazo.

Tempos atrás se elogiava muito a engenharia brasileira por realizar uma obra de tamanho porte. Agora há um silêncio e os problemas vão se acumulando. Segundo o hidrólogo João Abner, dos 9 m3/s bombeados do São Francisco, apenas 3 m3/s estão chegando ao açude do Boqueirão, em Campina Grande. Portanto, uma perda hídrica de 70%. Quem recebe essa pouca água fica contente, mas poderia chegar muito mais com uma obra infinitamente mais barata e eficiente.

Nosso receio sempre foi que essa obra fosse inviável também tecnicamente, além de tantos outros problemas de ordem econômica, ambiental, social e até éticos.  

As orelhas estão em pé. Vamos acompanhando os desdobramentos. O pior será se essa obra mostrar-se mesmo inviável. Aí teremos que recomeçar tudo do zero, pensando novamente nas adutoras, sem falar na situação do rio São Francisco.

Mas, não há como sair do zero. Já houve muito tempo e muito recurso público perdidos. Pior, muita ilusão vendida para fins que nunca ficaram devidamente claros.

publicado em 16 de Junho / 2017 às 18:29

ESPAÇO DO LEITOR: ANIMAIS SOLTOS TIRAM SOSSEGO NO BAIRRO MONTE CASTELO.

Geraldo,

Venho pedir aos órgãos responsáveis que tomem providências a respeito de animais soltos aqui no bairro Monte Castelo porque estão tirando o nosso sossego, rasgando as sacolas de lixo que colocamos na porta de nossas casas e espalhando tudo na rua.

Desde já agradeço.

Patrick Santos - Morador do bairro antigo Barranqueiro II

publicado em 16 de Junho / 2017 às 17:30

ESPAÇO DO LEITOR: Leitor faz alerta sobre Mercado do Produtor de Juazeiro

O leitor Josiel Amaral enviou um e-mail para o espaço do leitor relatando sua preocupação com a falta de estrutura do Mercado do Produtor em Juazeiro. Veja na íntegra:

"Geraldo, durante o governo de Isaac Carvalho muito se falou na construção de um novo Mercado do produtor por se considerar inviável a ampliação e reforma do atual. Passaram meses e até anos e nada de se concretizar como também ninguém fala mais no assunto, como é de costume quando se trata de empreendimentos que possam melhorar a economia Juazeirense. Por outro lado Petrolina já está cogitando a construção de um novo CEAPE ( Ceasa pernambucana) e quando os Petrolinenses falam e divulgam temos a certeza de que 90% da construção.

Quero aqui chamar a atenção dos administradores de Juazeiro (Prefeito, Vereadores e Empresários) para URGENTEMENTE voltarem ao assunto com responsabilidade e total interesse, pois se construírem novo ceap em Petrolina com certeza será o enterro do Mercado do Produtor em Juazeiro.

publicado em 16 de Junho / 2017 às 15:00

Espaço do Leitor: Uma Reflexão Sobre O Viver Da Vida De Todos Nós

VIAJANDO NO VIVER DA VIDA HUMANA...!

Manollo Ferreira

A palavra vida é um substantivo feminino, paroxítona, de apenas duas silabas. Para uma boa parte da humanidade a palavra vida é pronunciada sempre no singular - “A VIDA” -já que na lógica do pensar, só podemos afirmar que só temos uma vida para se viver nesse mundo nosso de cada dia. A vida que temos é única, viver só ou acompanhado, aqui ou acolá, com ou sem, o importante é viver a vida intensamente, com muito amor e respeito pela vida que se tem.

Em meu ponto de vista, o que define o viver é ‘ser e estar’, o que define o viver, é o rumo que à vida se dá, o que define o viver, são os acontecimentos que da vida advém, o que define o viver, são as ordens divinas que à vida se traz.

Viver é o verdadeiro milagre da vida, não existe uma fórmula ou modelo de como se viver a vida, pessoas sonham, se planejam, se constroem e se reconstroem, dando significados e ressignificados à vida.

A vida comumente é vivida em sociedade, seres humanos vivendo com/entre seres humanos, contudo, para que isso aconteça com equivalência de valores e em harmonização, se faz necessário seguir regras de convivência constituídas por leis e/ou por regras geradas na compleição das relações.

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publicado em 15 de Junho / 2017 às 23:00

Grupo Amigos de Luiz Gonzaga pretende plantar 113 mudas de árvore umbuzeiro

Com a proposta de ajudar construir um Vale do São Francisco mais Verde, o Grupo Amigos de Luiz Gonzaga recebeu apoio do empresário Neto Tintas para estimular o plantio de árvores. Fazenda Barão, Aldizio Barboza também aderiram ao Projeto.

A proposta de acordo com o jornalista Ney Vital é ampliar o plantio de árvores, principalmente o Umbuzeiro. "O nome umbu ou imbu deriva do tupi-guarani yumbu e significa árvore que dá de beber. Vamos em breve também plantar árvores além de Petrolina e Juazeiro vamos chegar no Exu, Terra de Luiz Gonzaga", disse Ney Vital.

O sanfoneiro Flávio Baião e Targino Gondim participaram do plantio na Ilha Nossa Senhora, em Juazeiro-Bahia. O Grupo Amigos de Luiz Gonzaga pretende plantar pelo menos 113 mudas em um ano.

O projeto foi denominado "Amigos de Luiz Gonzaga plante 113 Árvores". O nome do projeto foi idealizado porque todos do grupo são admiradores da obra e vida de Luiz Gonzaga. "Luiz Gonzaga cantou muito a natureza e ainda nos anos 80 já defendia a ecologia e o meio ambiente e nosso grupo não compreende como mesmo com tanto calor em nossa região, ainda cortam as poucas árvores que tem", disse Ney Vital.

A ideia surgiu do sanfoneiro e cantor Flávio Baião e Afonso José, ator e artesão que participou da novela Senhora do Destino, exibida na Rede Globo. "Umbu é conhecida como a árvore sagrada do sertão, é importante e rica fonte de alimentação", destaca Neto Tintas.

Para o professor e biólogo Júlio Cesar silva, a iniciativa é importante para o meio ambiente, mas requer cuidados, principalmente na escolha das espécies e locais onde vão ser plantadas. "A primeira recomendação é sempre buscar espécies nativas, evitar as exóticas que muitas vezes causam problemas",  explica o professor, que elogiou a iniciativa do Grupo Amigos de Luiz Gonzaga.

Por Ney Vital - Jornalista e Radialista

publicado em 15 de Junho / 2017 às 13:45

ESPAÇO DO LEITOR: INJUSTIÇA SOBRE AS ÁGUAS DO VELHO CHICO (PROCESSO DE INDENIZAÇÃO DOS RIBEIRINHOS JÁ ROLA POR 12 ANOS)

Em 1978, com a construção da barragem de Sobradinho, mais de 72 mil pessoas que moravam às margens do Rio São Francisco foram atingidas. Com a enchente do Lago de Sobradinho, estas pessoas precisaram deixar para trás tudo que tinham construído com muito esforço.

Casas, roças, criações e plantações ficarão embaixo das águas. Segundo o ex-deputado Jorge Solla, que discutiu essa ação que foi movida contra a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (CHESF), na câmara dos deputados em 2015, diz que "na época, favorecida pela desarticulação social dos camponeses e pela truculência do aparato estatal, a Chesf estabeleceu um sistema de compensação a baixo custo, considerando como devolutas as terras não tituladas e indenizando apenas as benfeitorias, para baratear o custo da obra". 

Independente de devoluta, as famílias que ali tinham construído suas vidas e famílias, tiveram seus bens naufragados e um pequeno casebre do outro lado da vida, não indenizava suas histórias afogadas com a construção da barragem.  Remanso, Casa Nova, Sento-Sé e Pilão Arcado foram os povoados por onde essa construção deixou os rastros e até então 39 anos depois, os representantes da Chesf, juntamente ao Governo Federal, nunca mais olharam para trás para ver o que aconteceu com aquelas famílias.

Há 12 anos, um grupo desses ribeirinhos atingidos por essa tragédia resolveu abrir um processo contra a Chesf para que sejam indenizados pelo estrago. Mas até esta data, o processo tramita de um lado para outro sem respostas ou decisão. Muitos desses ribeirinhos proprietários desses bens perdidos já morreram, mas tem seus familiares que tem direitos sobre a indenização.

Eles não criaram essa situação, eles foram vítimas de um progresso sem planejamento ou humanidade. Estar na hora da Chesf ou Governo Federal assumir seu papel e reparar esse crime gravíssimo contra essas pessoas. Eu como filha de um desses ribeirinhos do Povoado de Piri, Sento-Sé, irei movimentar e divulgar essa situação pelas redes sociais até que chegue ao conhecimento das pessoas responsáveis pelo pagamento dessa indenização. Farei o que for necessário para que o grito daqueles trabalhadores rurais, pescadores ou vaqueiros, sejam ouvidos. Deixo aberto também para auxilio político, pois nesse momento toda ajuda é bem-vinda e sabemos que quando existe uma força política à frente de uma situação, os resultados são mais rápidos.

Adriana Menezes dos Santos

publicado em 15 de Junho / 2017 às 12:00

Só em Juazeiro da Bahia tem!

Só em Juazeiro da Bahia tem! Os quatro cavalheiros do "apocalipse" no São João: Zé Ribeiro, Cavalcante, Justino e Jackson... Um traz o "tiragosto" de bode... "Cari" na brasa, o outro não deixa o copo vazio - e a gente sempre numa gelada, o terceiro já vem com o balde de gelo, água de coco e o JW... O quarto, quando a gente pede a conta???... Vem a "saideira" de tudo de novo... "Após - calypso", saímos todos lisos e felizes, com saudade de "Shangri-la".

Por Maurício Dias (Mauriçola)

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