Blog do Geraldo José - Artigo - A Independência inacabada
Vale do São Francisco - 15 de Setembro de 2019
|
Redação: (74) 3613-3479
publicado em 07 de Setembro / 2019 às 11:39

Artigo - A Independência inacabada

Em 1822, diante da iminente proclamação de independência, numa jogada de Mestre, a Corte portuguesa retornou a Portugal e deixou aqui Dom Pedro I, na condição de Príncipe Regente, para se colocar como Defensor da Pátria brasileira e assumir a liderança e Governo da Nação. Assim planejaram e assim o foi. Com o forjado "Grito do Ipiranga", a tal "Independência ou Morte" de Dom Pedro nos manteve submissos a Portugal e ainda nos fez pagar uma fortuna como uma indenização pela nossa independência. 

A Inglaterra, então potência mundial, negociou isso e nos impôs, nos emprestando 2 milhões de libras esterlinas. Isso nos deixou endividados, presos e dependentes do Império Britânico, este o nosso primeiro credor internacional, pós-Independência.

Em 2022 completaremos o Bicentenário desta independência e, até hoje, embora donos de grande parte das riquezas minerais e produção agrícola do mundo, e com uma das maiores populações da Terra, seguimos subdesenvolvidos com uma estranha dependência do Capital estrangeiro, algo construído, ininterruptamente, nos últimos 200 anos de Brasil.

Outrora não éramos Nação livre. Hoje somos Nação subserviente às múltiplas formas de exploração das Nações ricas que nos exploram. Desde a China comunista aos EUA, Europa  e outros mais ricos. Na prática todos economicamente capitalistas. O mundo corporativo está dominando os países, se sobrepondo às ideologias e filosofias políticas, pela imposição pragmática do lucro como regra e fim, a despeito do que isso signifique em empobrecimento para um Povo e toda uma Nação.

É hora de um novo Grito de Liberdade e de uma nova Proclamação de Independência Nacional. Isso perpassa pelos Municípios com sua capacidade de produção de riquezas e mobilização popular. É hora do Brasil bradar sua liberdade e se impor pela defesa e valorização de suas riquezas - ambientais, minerais, agropecuárias e outras. É hora de um novo grito!

Pastor Teobaldo

POSTAR
5 comentários
Antes de comentar qualquer matéria leia as regras de utilização do blog. Qualquer comentário que violar as regras será automaticamente excluído por nossa equipe.

É proibido inserir links (urls) dentro do comentário, caso contrário o mesmo será deletado por nossa equipe.
publicado em 07 de Setembro / 2019 às 12:46
vera

Ate agora Bolsonaro não fez nada bom. A saúde tá péssima. Amazônia pega fogo

publicado em 07 de Setembro / 2019 às 21:17
Laurenço Aguiar, PT de Sento-Sé.

Concordo em número, gênero e grau!... Lógica visão política e análise histórica, dotada de elevada sensibilidade social, de quem demonstra ter credibilidade moral!

publicado em 08 de Setembro / 2019 às 14:44
Fernando Costa

Sei. E esse novo “grito” deve ser “ Teobaldo para prefeito”. Quem come corda é poço, pastor.

publicado em 08 de Setembro / 2019 às 21:20
carlos gardel filho

Suas Igrejas pregaram um novo grito o ano passado, de lá pra cá o messias de vocês tem piorado sobremaneira a situação do país, melhor se apegar em seu livro que em um livro de História, os erros históricos cometidos no texto certificam isso, continue enganando seus fiéis, o Brasil não precisa de gritos.

publicado em 09 de Setembro / 2019 às 00:17
Professora Conservadora

Interessante! Vi nas mensagens postadas, críticas sem fundamentos, intolerância religiosa, falsos testemunhos e uma avaliação desnecessária, deselegante e sem critérios fundamentais. Sou católica. Conheço a grande admiração e apreço que as pessoas decentes e orantes tem pelo Pastor. Por apenas um encontro com o Pastor, em poucos minutos, percebi sua verdade e o zelo pelo ser humano, com todas suas diferenças e credos. Ser candidato, qualquer um pode ser. Só quem não pode ser é um presidiário, que mesmo dentro do cárcere, marca cada passo e cada fala de seus fanáticos súditos.

Voltar ao topo
© Copyright Blog Geraldo José. 2009 - 2019. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do autor.