Blog do Geraldo José - Reminiscências
Vale do São Francisco - 16 de Julho de 2018
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Reminiscências

publicado em 09 de Julho / 2018 às 22:46

O primeiro arranjo que a gente fez de Asa Branca, o Luiz Gonzaga se emocionou, ele dizia que era o arranjo mais bonito que ele tinha escutado

O vocalista do Quinteto Violado Marcelo Melo, disse que a banda foi um divisor de águas para a música nordestina”. Paraíbano de Campina Grande o vocalista do Quinteto Violado explicou que tem quase 50 anos de carreira. Um dos criadores da banda, um dos precursores da música regional brasileira fala da importância dessas obras para as próximas gerações.

Em entrevista, Marcelo relembra a trajetória do grupo e de trabalhos memoráveis como os arranjos feitos para várias obras de Gonzagão, Dominguinhos e Geraldo Vandré que ele considera um compositor fantástico. E recorda: “O primeiro arranjo que a gente fez de Asa Branca, o Gonzaga se emocionou muito. Ele dizia que era o arranjo mais bonito que ele tinha escutado.”

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Agencia Brasil
publicado em 12 de Maio / 2018 às 08:00

EXU: IGREJA SÃO JOÃO BATISTA COMEMORA 150 ANOS

Em 2018 a igreja de São João Batista do Araripe comemora 150 anos e para celebrar esta data, a Budega Cultural Vale do Ançu, realiza o concurso “Sarau poético, com o tema "a promessa do Barão de Exu, 150 anos de história".

Poderão participar do concurso todos os exuenses residentes ou não no município, os interessados em participar poderão se inscrever na Budega Cultural Vale do Ançu, que fica localizada na rua Eufrásio Alencar (Calçadão Ioiô Ulisses) no centro da cidade, no horário das 10 ás 17 horas de segunda a sexta.

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Foto: Ney Vital
publicado em 29 de Março / 2018 às 20:30

Cultura: Fundação Joaquim Nabuco tem o maior acervo de músicas do Nordeste

Interpretações originais de Luiz Gonzaga, Manoel G. Barreto e Jackson do Pandeiro, gravações de histórias da época de Agamenon Magalhães e discursos de Miguel Arraes, ambos ex-governadores de Pernambuco. Essas são algumas das obras que compõem a maior coleção fonográfica do Nordeste – e uma das maiores do Brasil –, pertencente ao acervo sonoro da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), no Recife.

As produções abrangem diferentes contextos históricos, tendências e estilos musicais. São aproximadamente 11 coleções de suportes de diversas épocas, divididos em discos de 78 rotações, gravados de 1902 até a década de 1960; LPs, que compõem uma coleção de discos de 33 rotações; compactos, de sete rotações; fitas cassetes, fitas rolos, partituras e arranjos. 

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Ascom Fundaj
publicado em 17 de Março / 2018 às 13:35

Reminiscências: Disputa do título em 2001, contra o Bahia, ainda está vivo na memória do torcedor

Matéria de 2001 lembra o jogo decisivo contra o Bahia no Adauto Moraes


O clima que antecede Juazeirense x Bahia, em Juazeiro, é de expectativa e otimismo por parte do torcedor da Juazeirense, que deve lotar o Estádio Adauto Moraes neste sábado (17).

Desde quarta-feira os torcedores movimentaram o setor de venda de ingressos e a expectativa é de grande público, maior ainda que o do jogo anterior, contra o mesmo Bahia, com placar favorável ao time da capital, que virou nos minutos finais e ganhou por 2 x 1.

“Desta vez será diferente”, já disse o treinador Zaluar e os torcedores acreditam num triunfo do Cancão de Fogo, que vem com força total para a partida.

Para o torcedor é a hora de vingar aquela derrota de 2001, quando o Juazeiro Social Clube perdeu por 3 x 1 e deixou escapar o título de campeão baiano em pleno Adauto Moraes.

O Blog Geraldo José foi buscar nos arquivos locais os detalhes daquele jogo e encontrou uma matéria do Jornal Gazzeta do Vale detalhando aquele momento histórico para o futebol regional. Dizia a manchete de capa: “Juazeiro perde, mas é a segunda força do  Futebol Baiano”, estampou.

O jogo de hoje, marcado para Às 18h30, pode ser mais um passo para a conquista do tão sonhado título baiano e a garantia de participação na Copa do Brasil e Copa do Nordeste do ano que vem.

A Juazeirense já tem garantido para este ano o campeonato Brasileiro da Série C.

Bora Cancãããããooooooooo!

Da redação Blog Geraldo José
publicado em 01 de Março / 2018 às 13:46

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DO MONTE CASTELO USA DO DIREITO DE RESPOSTA SOBRE PLANTIO DE ÁRVORES NA COMUNIDADE

A Associação de Moradores do Bairro Monte Castelo em reuniões na comunidade elabora um projeto de arborização para a Avenida Monte Castelo, o Arboriza Monte, onde com a finalidade de melhoria para a comunidade consegue consolidar este projeto, através de órgãos ambientais com 50 mudas de Ipês. Diante disso, preparamos o local, fizemos as covas, conseguimos ponto de água através de gotejamento, e demos o primeiro passo em marcar um ato, neste dia 28/02/2028, conforme convite enviado à imprensa para que juntamente com alunos mostrarmos a dinâmica que o meio-ambiente tem para a humanidade.

Entretanto, esta comunidade foi pega de surpresa por um grupo isolado de pessoas, de pessoas dissidentes com a nossa Entidade, e na calada da noite do dia 26/02/2018 para a madrugada do dia 27/02/2018 fizeram um plantio no mesmo local e nas mesmas covas que íamos fazer o plantio dos Ipês, onde foi gerado um desconforto entre a comunidade com essa falta de respeito e de responsabilidade, e onde tentam macular a imagem da Associação de Moradores do Bairro Monte Castelo, e de seu Presidente com insultos, vídeos e notas deturpadas à imprensa.

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publicado em 23 de Fevereiro / 2018 às 20:30

45 anos sem Pixinguinha, o gênio que deixou dezenas de músicas, como 'Carinhoso'

Alfredo da Rocha Vianna Filho, ou Pixinguinha, foi autor de dezenas de valsas, sambas, choros e polcas. Compôs orquestrações para cinema, teatro e circo, além de arranjos para intérpretes famosos, entre os quais Carmen Miranda, Francisco Alves e Mário Reis. Considerado o maior flautista brasileiro de todos os tempos e mestre do chorinho, Pixinguinha desde pequeno dedicou-se à música. 

Aprendeu a tocar cavaquinho com os irmãos e aos 11 anos já dominava o instrumento. Seu pai, um excelente flautista, também foi mais um dos mestres que Pixinguinha teve, e o menino acompanhava as rodas de chorinho dentro de casa.

Pixinguinha nasceu no dia 23 de abril de 1897, no bairro da Piedade, subúrbio do Rio de Janeiro. Era filho do músico Alfredo da Rocha Viana e pertencia a uma família de 14 filhos. Em 1908, mudou-se com a família para um casarão de oito quartos na Rua Vista Alegre, frequentado por muitos músicos e conhecido como "Pensão Vianna". Ainda na infância, recebeu o apelido de Pizindim ou Pizinguim (menino bom).

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Redação blog
publicado em 12 de Fevereiro / 2018 às 19:00

Dominguinhos completaria 77 anos de vida se vivo fosse

Se estivesse vivo, o sanfoneiro Dominguinhos faria 77anos nesta terça-feira 12. Por telefone, a cantora Elba Ramalho disse que Dominguinhos "representa, de certa forma, a raiz de todos nós, o Brasil rural, de onde todos viemos." Ainda de acordo com Elba, "Dominguinhos não era só um grande músico, mas também um grande homem. Sinto muita falta do amigo e parceiro musical que ele sempre foi para mim", lembra. "Sua doçura, dentro e fora dos palcos, faz muita falta".

José Domingos de Morais, o Dominguinhos, foi um grande instrumentista, cantor e compositor brasileiro. Exímio sanfoneiro, teve como mestres nomes como Luiz Gonzaga e Orlando Silveira. Sua formação musical tinha influências de baião, bossa nova, choro, forró, xote e jazz. Dominguinhos, nasceu em Garanhuns,  dia 12 de fevereiro, no  agreste de Pernambuco continuará sendo um dos mais importantes e completos músicos, instrumentistas, tocador de sanfona. É imortal em discos, DVD e milhares de entrevistas por este Brasil afora.

Filho de Chicão, afinador de sanfona de 8 baixos e de Dona Maria soube também guardar a honra e gratidão de ter “aprendido umas lições” de Luiz Gonzaga, Rei do Baião, que um dia anunciou ser o Dominguinhos o seu mais legitimo seguidor, o verdadeiro herdeiro musical.

Redação blog
publicado em 08 de Fevereiro / 2018 às 09:31

Luiz Gonzaga e a diversidade musical presente no carnaval

Luiz Gonzaga e o carnaval. Na década dos anos 80 Luiz Gonzaga foi homenageado pela Escola de Samba Vermelho e Ouro. No samba-enredo ele participou da gravação cantando e puxando sanfona. Usando riqueza de ritmo, harmonia e melodia Luiz Gonzaga no início de sua trajetória musical, poucos sabem, divulgou e cantou o ritmo musical Frevo. Em 1946 gravou "Cai no Frevo". Detalhe: usou sua majestosa sanfona. Puxou a sanfona também no Frevo "Quer Ir mais Eu?", este regravado várias vezes até os dias de hoje e executado pelas orquestras de frevos nas ruas e bailes. "Quer ir mais eu vambora, vambora vambora"...

Luiz Gonzaga ainda gravou "Bia no Frevo" e "Forrobodó Cigano". Homenageou o genial Capiba-Lourenço Fonseca Barbosa, tocando o frevo "Ao mestre com carinho" , este genial pernambucano criador da canção "Maria Betânia". Luiz Gonzaga em parceria com João Silva, já no final da carreira,  mistura sanfona e instrumentos metais. Grava "Arrasta Frevo". Ainda Na seara do carnaval o Rei do Baião  participou do primeiro forró trioeletrizado junto com as guitarra do Trioelétrico, gravou a música Instrumento Bom. 

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Kyldelmir Dantas-Pesquisador
publicado em 22 de Janeiro / 2018 às 21:30

Luiz Gonzaga, o carnaval da Bahia e o primeiro forró trioeletrizado; confira vídeo

O Chiclete com Banana estava no auge, a fantasia ainda era a mortalha e a Banda Mel começava a despontar. Mas, no reduto de uma axé music que se fortalecia, eis que a avenida virou sala de reboco. De cima do trio elétrico Carnaforró, ressoava um vozeirão do tamanho do Nordeste.

Pouca gente sabe, mas parte desse momento histórico está em uma relíquia postada no YouTube em 2009. São imagens da TV Itapoan guardadas por mais de 20 anos pelo cantor e compositor baiano Gereba, responsável pela vinda do Rei do Baião. “Farol da Barra ontem à noite”, informam os caracteres do vídeo.

No chão, a galera arrasta o pé na manha, ao ritmo de sucessos como Vida de Viajante, Riacho do Navio, Cintura Fina e a própria Sala de Reboco. Pela primeira vez na carreira, Luiz Gonzaga subia em um trio elétrico. E muito bem acompanhado. Além de Gonzagão, Dominguinhos, Gereba, Bule-Bule e Grupo Bendegó.

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Alexandre Lyrio-Correio da Bahia
publicado em 28 de Dezembro / 2017 às 16:08

GRACILIANO RAMOS OLHA E ESCREVE POR NOSSAS FRESTAS

Ê Graciliano... Igual não houve ainda não. Que jeito de absorver a gente.

Cada detalhe e fluência fascinam...Elegância no linguajar com seu serrote e formão. Que fraseado, que coceira escondida debaixo da pedra. Nítido, límpido, conciso, não tem pirueta nem ferrolho o seu texto, compõe com rigor para que o caminho não tenha buraqueira nem engano de rumo.

Decidiu não abraçar maniqueísmo e arcar suas consequências. Acompanhou o ser humano na pisada magoada, nos brinquedos que logo se despedaçam e nos sonhos vacilantes. Observou o gentio e seus esquemas como o jangadeiro mira a água vasta e suas manhas e deslimites. No verbo, colheu o que cada pessoa garante em integrar a manada, os seus preços, o que se finge no enxame e a zonzeira de cada vivente.

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Revista Cultura
publicado em 26 de Dezembro / 2017 às 17:45

NOTA: SAAE informa que buraco na orla foi provocado por vazamento de água

Os Agentes de Trânsito lotados na CSTT (Companhia de Segurança, Trânsito e Transportes) interditaram parte da Rua Aprígio Duarte, na Orla I de Juazeiro, que dá acesso à Praça Barão do Rio Branco, entre as sedes das agências do Bradesco e Banco do Brasil. Uma rede de água se rompeu e abriu na pista asfáltica enorme buraco. Para evitar acidentes com os veículos que por ali trafegam os agentes resolveram colocar cones e impedir o fluxo de veículos pela referida avenida.

O fato despertou a atenção de inúmeros curiosos que se surpreenderam com a profundidade do buraco. 

Confira nota do SAAE:

"O Serviço de Água e Saneamento Ambiental – SAAE/Juazeiro informa que quando tomou conhecimento de que um buraco havia se formado na orla da cidade, nas proximidades do Banco Bradesco, enviou uma equipe técnica para identificação do problema. Feitas as primeiras analises foi constatado que o rompimento se deu por conta de um vazamento de água em uma rede que passa pelo local em considerável profundidade, afetando a rede condominial de esgoto.

A equipe de imediato iniciou o trabalho de recuperação do Ponto de Visita (PV) e continua no local fazendo inserções para identificar o ponto exato do vazamento e eliminar o mesmo.  Os técnicos acreditam que o escoamento de água nos últimos dias em uma manilha no paredão da orla seja também proveniente deste vazamento".

Da redação Fotos Geraldo José
publicado em 21 de Dezembro / 2017 às 21:25

Cantar “O Ciúme” à beira do Rio São Francisco. Que momento mágico será esse!

“Fui ver o show de Caetano Veloso em São Paulo. Magnífico. Extasiante. Sublime. O Mestre apresentou algumas de suas últimas primorosas obras, entremeadas por clássicos mais “antigos”.

Na letra de uma das canções que Caetano apresentou (“Funk Melódico”) há um verso contundente: “O ciúme é o estrume do amor”. Essa metáfora se relaciona com outra, também alusiva ao ciúme (de uma letra de Vinicius de Morais): “O ciúme é o perfume do amor”. As imagens, fortes, fortíssimas, são contraditórias, embora verdadeiras (ou não?).

Essas duas metáforas me trouxeram à mente uma canção inteira dedicada ao tema, também de Caetano Veloso. Trata-se de “O Ciúme”, de 1987. Pungentes, melodia, versos e interpretação nos fazem sentir na carne (como diz a própria letra) a força do ciúme como flecha bem no meio da garganta.

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Pasquale Cipro Neto-professor
publicado em 19 de Dezembro / 2017 às 13:30

Prefeito de Cabrobó e Secretária de Educação participam do seminário 'Pernambuco pela Educação' realizado em Petrolina

O prefeito Marcílio Cavalcanti e a Secretária de Educação de Cabrobó Lorena Sampaio participaram nesta segunda-feira (18) do seminário "Pernambuco pela Educação" realizado em Petrolina. O objetivo do evento foi debater a alfabetização no estado e contou com a presença do Ministro da Educação, Mendonça Filho; gestores públicos, professores e empresários.

Para o prefeito é fundamental esses movimentos que envolvem também as cadeias produtivas do estado e não só os governos pela melhoria do ensino básico e qualificação profissional. "Na semana passada, Cabrobó foi premiada por práticas exitosas nas cinco modalidades exigidas pelo Programa Educação Integrada em parceria com o Governo do Estado: Educação Infantil, Anos Iniciais, Anos Finais (Regular) e Anos Finais (Integral), com destaque para a nossa Educação Infantil. Investimos 32% na educação, média acima da aplicada em outros municípios", pontuou.

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Ascom Cabrobó
publicado em 24 de Novembro / 2017 às 22:00

Ana das Carrancas e Zé Vicente: a síntese do amor pela arte de produzir através do barro

"Ana Leopoldina Santos Lima era o nome dela. Isso muito antes de o barro moldar seu destino lhe dando por amor um homem que não tinha olhos para enxergá-la. Os monstros gerados pelas mãos de Ana eram cegos como o companheiro de sua vida. Com um golpe rápido, certeiro, ela vazava os olhos de suas criaturas com a ponta de um pedaço de pau. Com Ana era assim, a desgraça virava épico". 

Ana "partiu para o sertão da eternidade" numa quarta-feira dia primeiro de outubro de 2008, aos 85 anos, a maior carranqueira do São Francisco voltou ao barro que a fez. E deixou Zé dos Barros, pela primeira vez, na escuridão.

Ela era uma mulher de solenidades. Não falava, entoava. “Minha vida é extensa...”, Era a frase com que iniciava a narrativa. Analfabeta, fazia literatura pela boca. E mesmo limitada por uma seqüência de derrames, parte dos dedos com que tocava a lama do mundo paralisados, Ana era grande. Carregava nos gestos uma largura de alma. E o rio era seu espelho em mais de um sentido. A mulher que moldava o barro do chão só pisava o reflexo do céu. 

Ana das Carrancas costumava dizer que sua arte era a síntese de seu amor por um cego que via o mundo mas não era visto por ele. Entre ela e Zé dos Barros nunca se soube quem era criador, quem era criatura. Ela já veio ao mundo retirante, na cidade pernambucana de Santa Filomena. Mas diferente de quase todos, nunca lamentou a terra estéril sob seus pés. A estirpe de mulheres da qual era continuidade moldava pratos, panelas, vasos. Ana aprendeu com a mãe, e antes dela a avó, que do barro se arranca tudo, até a vida.

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Fonte: Eliane Brum-Jornalista
publicado em 21 de Novembro / 2017 às 22:33

Luiz Gonzaga e a vida secreta maçonica do Rei do Baião

É comum a pergunta se Luiz Gonzaga foi Maçom. A resposta é sim. Luiz Gonzaga também exerceu papel fundamental para o desbravamento da maçonaria no Brasil e especial no Sertão Nordestino. O Rei do Baião iniciou na Maçonaria em abril de 1971, na loja Paranapuan, no Rio de Janeiro. Utilizou a influência que tinha para liderar o grupo que fundaria a Loja Maçônica Força da Verdade, em 1988, a primeira do Exu, Pernambuco, sua terra natal. 

Iniciado na Maçonaria, quando ainda morava na Ilha do Governador, zona norte do Rio de Janeiro, Luiz Gonzaga começou a participar dos encontros ali mesmo, na loja Paranapuã, localizada próximo a sua residência. Trabalhou para conseguir telefone, escola, luz e estrada de asfalto para Miguel Pereira, onde possuía propriedade. Como maçom, chegou apenas ao terceiro grau, dos 33 níveis possíveis. Ajudou muitos os mais necessitados, principalmente nas secas dos anos 80. 

A foto acima é de uma reunião realizada no município de Souza, Paraíba. “Todo canto que chegava e tivesse uma loja maçônica, ele fazia questão de se apresentar, visitar e ajudar. Nós visitamos diversas Lojas, em Fortaleza, Recife e João Pessoa, e todas foram testemunhas da presença de Luiz Gonzaga”, conta o maçom Almir Oliveira de Amorim, ex-funcionário do Banco do Estado de Pernambuco (Bandepe) no Exu.

A generosidade que marcou o artista também pode ser vista nas reuniões maçônicas. Amigo íntimo, Almir conheceu bem a personalidade do sanfoneiro. “Gonzaga era uma pessoa uniforme, uma sumidade em pessoa. Era equilibrado, otimista, incentivava os Maçons para trabalhar pela sociedade, pelo povo, pelos mais pobres, pelos idosos. Ele tinha essa visão social”, recorda o amigo de Luiz Gonzaga.

Pouco tempo depois do falecimento do Rei, 02 de agosto de 1989, a Força da Verdade passou a se chamar Loja Maçônica Luiz Gonzaga. Em vida, o sanfoneiro compôs a música Acácia Amarela, na parceria com Orlando de Silveira, também Maçom. A canção, segundo os maçons entrevistados, é toda escrita em códigos, só possível de ser decifrada por quem é maçônico ou por quem já participou da maçonaria um dia.

Redação blog Foto Arquivo: Loja Maçonica Souza-Paraíba
publicado em 28 de Setembro / 2017 às 15:16

REMINISCÊNCIAS..."28 de Setembro faria hoje 120 anos", lembra leitor e ex-diretor do clube social

O leitor e colaborador do Blog Geraldo José, Gilmar Vitor Guimarães, relembrou hoje (28/09),  data em que o Clube social 28 de Setembro completaria 120 anos, alguns registros fotográficos ha história da setembrina.

“Hoje a Sociedade 28 de Setembro faria "120" anos. Para relembrar um pouco da belíssima história da querida setembrina, coloquei (02) fotos para ilustrar um pouco a história.

Festa Destaque (1986) - Diretores: Gilmar Guimarães e Lula Cordeiro com Carlinhos da Banda Ouro, Hugo Harnavato, organizador do evento, e Egiza Dantas, in memoria. Na foto constam ainda: Ator Global Lauro Corona e o empresário e ex diretor da 28 e Country Club, Miguel Silva.

Na outra foto uma lembrança da puxada de Carnaval na festa do Centenário do clube”, anotou.

Muitos Juazeirenses retribuíram o carinho da lembrança revivendo momentos vididos na 28 de setembro. Wilma Rosa escreveu: “Eita Setembrina, que saudade danada dos bailes grandiosos no dia do seu aniversário e os grandes carnavais com o saudoso Amado”. 

“ Muita saudades, eita festas maravilhosas, festas de debutantes, carnaval, por isso pergunto: Onde estão os políticos de Juazeiro, estão cegos?", questionou Isa Amorim.

Carmem Lúcia Amorim relembrou: “Com que saudades estou de cá,ouvindo os cantos, sentindo os delírios que rolam por lá, quanta alegria tão jovial , eis VINTE OITO pendão glorioso de dois carnavais...”

“Quantas lembranças BOAS deste anos Gloriosos”, disse Leuza Galdino...”.

Fotos arquivo Gilmar Vitor
publicado em 11 de Setembro / 2017 às 23:00

Vídeo com apresentação rara de João Gilberto é lançado nas redes socias, veja:

Um dos ícones da bossa nova, o juazeirense João Gilberto lançou, através de sua assessoria, em suas redes sociais, um vídeo em que se apresentava no Teatro Castro Alves em Salvador no ano de 1978.

Num vídeo que dura pouco mais de um hora, João canta vários de seus sucessos. Nos comentários da postagem na sua rede, vários fãs se manifestaram: "gênio inigualável", "Não aceita menos do que a perfeição...". disseram alguns dos internautas.

De acordo com informações, neste período, João morava nos Estados Unidos e veio a capital baiana para esta apresentação. Vale a pena relembrar, veja o vídeo abaixo:

Portal Zap
publicado em 17 de Agosto / 2017 às 23:30

Reminiscências...

A Fotografia, do arquivo de Mauro Coelho, circulou por esses dias nas redes sociais e homenageia duas figuras que subiram ao andar de cima recentemente, em Juazeiro.

Na imagem, João Martins, ou simplismente "João Doido", faz pouse para a fotografia no balcão do Bar de "Tio Nininho", um tradicional dono de bar na Orla da cidade.

Foto:Mauro Coelho
publicado em 23 de Julho / 2017 às 15:00

Reminiscências...

A foto, do arquivo de Murilo Som, publicada na sua página no Facebook, relembra um tempo, nem tão distante, em que o Vinil e a Fita Cassete ainda reinavam em tempos de glória...

publicado em 06 de Julho / 2017 às 23:00

REMINISCÊNCIAS... BAILE DO HAVAI 2005 - EU E O CORONEL JOSÉ ANSELMO

Geraldo segue foto em que estamos eu (Samuel Dantas Duarte), minha esposa Lourdes Queiroz, o Coronel José Anselmo e a esposa Mônica. Observação: O Coronel ainda tinha muito cabelo. Um abraço, meu primo, e muita determinação nessa nova empreitada (Comando do CPRN). Foto tirada no Baile do Havai em 2005 - Country Club.

Samuel Dantas Duarte

publicado em 11 de Abril / 2017 às 23:00

Reminiscências...

O leitor Victor Augusto colaborou com nosso quadro de "Reminiscências" e trouxe uma foto de um grupo de policiais da década de 70/80, dentre eles seu saudoso avô, Antonio Borges. Ele ainda pede ajuda aos leitores, que identifiquem os demais da referida foto, veja abaixo:

publicado em 09 de Fevereiro / 2017 às 23:00

Reminiscências... Há 25 anos!

Em pé: Cebola, Charles, Edésio Santos, Amarildo, Neto, Baé, Silva, Julito, Lira, Bertinho, Valdeci, Mazinho, Capitão Du, Dr. Carlos Augusto e Geraldo José.

Agachados: Xanxa, Taladinho, Brasília, Celso Maravilha, Gilmar Ranzinha, Carlos Humberto, Feijão, Benitez, Diógenes e Zica. Crianças: Michel, Sidarta, Ciro, Álisson e Bocão. 

Segundo relata o radialista e cronista esportivo Charles Gray, hoje, 09 de fevereiro de 2017, faz exatamente 25 anos de um jogo memorável no Estádio Adauto Moraes que envolveu a Seleção Brasileira de Master e a Seleção Juazeirense de Veteranos, cujo fato ao longo da partida ecoou nacionalmente e até internacionalmente.

A partida contava com a presença de grandes craques do futebol brasileiro e regional, entre eles, o zagueiro Luís Pereira (Chevrolet), que é natural de Juazeiro e depois de passagens por grandes clubes, a exemplo do Palmeiras, seleção brasileira e futebol espanhol, Luiz Pereira participava de amistoso na cidade quando foi expulso.

O FATO

A imprensa à época fez um relato do ocorrido em campo: Dezoito anos depois de ser o primeiro jogador brasileiro a receber o vermelho em Mundial, Luís Pereira se viu envolvido em mais uma situação polêmica com uma expulsão. Em fevereiro de 1992, ele voltou a Juazeiro junto com a Seleção Brasileira máster para fazer um jogo festivo contra o time que leva o nome da cidade. A partida seria uma das homenagens ao jogador, que ganhou até um museu com seu nome no município.

O árbitro escolhido para comandar o jogo foi o funcionário público José Francisco Bastos. Apelidado de Zé Tarzan na região de Juazeiro, ele estava acostumado a trabalhar em jogos amadores da região e, também, em alguns amistosos. Seja de times locais ou nacionais, como quando o Vasco e o Atlético-MG estiveram por lá.

 É muito pior marcar jogo de veterano ou festivo. Eles pensam que todo mundo do interior é besta

Zé Tarzan

Antes da partida começar, Zé Tarzan ouviu a orientação de que aquele era um jogo festivo e que não deveria expulsar ninguém. O correto seria pedir a substituição do atleta que fosse receber o cartão vermelho.

Tudo transcorria bem, o Brasil vencia por 3 a 0 mas, entre os 20 e 25 minutos, Luis Pereira perdeu a cabeça mais uma vez. Após chegar atrasado em uma disputa de bola, cometer a falta e receber o cartão amarelo, o zagueiro partiu para cima do árbitro.

- É muito pior marcar jogo de veterano ou festivo. É tudo cobra criada, passam a noite na farra e não têm condição física. Eles pensam que todo mundo do interior é besta. Dei o cartão amarelo, e ele disse umas agressividades. Ele deveria ser exemplo, mas queria brigar. Aí expulsei – lembra Zé Tarzan nos seus 70 anos de vida.

Ao ver o cartão vermelho, Luis Pereira se exaltou ainda mais. O árbitro, por sua vez, decidiu correr da briga. Sem querer entrar em disputa, Zé Tarzan só parou quando avistou o prefeito da cidade, Joseph Bandeira. Trajando um paletó impecável, o político foi em direção ao árbitro para convencê-lo a manter o filho da terra em campo.

- Eu já sei o que fazer – respondeu Zé Tarzan ao se lembrar da orientação que lhe foi dada antes do jogo.

O juiz quis agitar o ambiente e quis me expulsar. Mas você vê que eu estava com moral com o prefeito, não é?

Luís Pereira

- Então está bom, porque eu ainda tenho um negócio para resolver – agradeceu o prefeito.

Zé Tarzan manteve Luís Pereira em campo, mas, com menos de um minuto de jogo reiniciado, ele passou pelo banco da Seleção Brasileira e revelou a solução:

- Professor Rivelino, entre e substitua Luís Pereira – disse o árbitro, que pode colocar no currículo um pitaco como técnico da seleção máster.

Pouco mais de duas décadas depois, Pereira não gosta de se alongar muito no assunto. Mas ainda consegue uma forma de se sair bem em toda a história.

- O juiz quis agitar o ambiente e quis me expulsar. Mas você vê que eu estava com moral com o prefeito, não é? Isso é uma coisa boa (risos).

Informações e foto: Chalres Gray e Globo Esporte
publicado em 31 de Janeiro / 2017 às 23:00

Reminiscências...

Já se passaram 32 anos, desde que o Veneza Futebol Clube conquistou o título de Campeão Juazeirense de Futebol Amador de 1985. Na foto, o atacante Marcelo Passos e o Professor de Educação Física, Gilmar Nery, hoje, presidente da APLB-Sindicato.

publicado em 02 de Janeiro / 2017 às 23:00

Reminiscências...

Em julho de 1982, amigos de Juazeiro realizaram encontro de confraternização na Ilha de Curaçá. A foto enviada ao blog pelo leitor Paulo Coelho relembra este momento. Da esquerda para direita: Carlos, Pedro Bezerra, Wilson Duarte (Brocoió), Valter Galego, Paulo Coelho, Romildo (Boneco) e Orlando (Orlando de Teodomiro).

publicado em 31 de Dezembro / 2016 às 23:00

Reminiscências...

Em homenagem a este vapor Venceslau braz e todos aqueles que fizeram parte da Cia. de Navegaçao do São Francisco/Franave.

Josemar Barbalho Gonzaga

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